sexta-feira, 12 de julho de 2013


Oi galera gente boa! Agosto está quase chegando e, portanto, o aniversário do blog está quase chegando.
E é claro que as mudanças e comemorações começaram antes do aniversário, propriamente dito.
Primeiramente viemos apresentar o novo layout do blog Resenhas de uma Leitora, mais clean e funcional, para que vocês possam ter acesso mais facilmente à todos os posts.

Os posts estão apresentados na página inicial de forma que possam ser melhor visualizados. Estes círculos que "cortam" o blog são as páginas que os autores dos posts tem no Google Plus, facilitando a interatividade com vocês, leitores. Quando não houver a possibilidade de clique nestes círculos, é porque o autor do post não tem perfil no Google Plus (como no caso da Ana).

Os menus suspensos foram colocados para que vocês possam fuçar melhor o blog, sem se perderem. As resenhas estão divididas em várias tags, facilitando a pesquisa de vocês.

A caixa de comentário tem a possibilidade de inserir emoticons (para ficar mais bonitinho, caso vocês queiram).

A página da loja de nacionais continua ali no cantinho esquerdo - e vou contar um segredinho: em breve, muitos livros estarão por ali, disponíveis para vocês!

Como puderam ver, o visual ficou mais limpo e mais fácil de mexer. Espero que gostem tanto quanto nós gostamos.

Até a próxima novidade.

Camila.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

"- Queria poder ter meu velho Jimmy de volta. Você não faz ideia de quanta falta sinto dele.- Como você pode esperar que eu seja o mesmo quando (...)? Você também não e a mesma Belle com que me casei. Qual desculpa você tem para isso?" 


"Uma mulher dividida entre o compromisso e o calor de um relacionamento passado." No início da Primeira Guerra, Jimmy, o marido de Belle Reilly, é levado para as trincheiras mortais do norte da França e Belle percebe que não pode ficar de braços cruzados quando tantos estão sacrificando suas vidas. Armada de coragem e boa vontade, ela se torna voluntária como motorista da Cruz Vermelha, também na França.
Então, enquanto cumpre seu dever humanitário, um trágico acidente lhe coloca frente a frente com Etienne — o homem que fez parte de seu passado e a quem nunca esqueceu completamente.
Dividida entre a paixão proibida por Etienne e a lealdade e o amor por Jimmy, Belle encontra-se em uma situação impossível. A confusão de seus sentimentos, misturada à escuridão da mais brutal das guerras, a levará a sucumbir para sempre, ou a força da vida será maior e a conduzirá, finalmente, à verdadeira felicidade?

O livro é a continuação de " Belle" e fui descobrir isso muito tempo depois.
O livro conta a estória de Belle Rylleis, que é casada com Jimmy, o marido mais perfeito que pode existir. Livre e feliz, ela tem sua própria chapelaria, casamento perfeito e outras tantas coisas para lhe alegrar e fazer com ela esqueça o passado. A Primeira Guerra Mundial se aproxima, e por pressão social, Jimmy se alista. Belle não queria isso, não como ela estava, grávida do primeiro filho deles, mas fatos acontecem e ela se vê se voluntariando para guerra também.
E como de praxe não direi mais nada dessa estória, pois é assim que se inicia o livro.
Ao iniciar o livro, me apaixonei de primeira, apesar dos spoilers por ser uma continuação, o livro me conquistou.Pela protagonista, pelo Jimmy, pela Mog , Miranda,e todos os outros, além do enredo, mas por algum motivo a autora enlouqueceu e despencou com o livro.
Um fato que ocorreu me deixou simplesmente desgostosa, o livro que tinha tudo para se tornar queridinho, um dos meus favoritos despencou do meu conceito. A autora cometeu uma atrocidade com uma personagem que eu amava, embora esse fato serviu para desencadear outros fatos, não o achei necessário. Algumas coisas poderiam ter surgido de outra forma na história, mas sendo assim  toda a estória despencou e todos os personagens também.
Belle é uma protagonista extremamente forte, apesar da narração em terceira pessoa, nos vemos sempre unidas e dentro de sua mente e coração, me emocionando muito com ela. Ela é a prova viva de que os traumas nos tornam pessoas melhores. Ela é amável e dá inúmeras provas de seu grande coração, ganhando assim amizades sinceras e homens apaixonados. Mas em alguns momentos, principalmente após o " despencamento" eu não aprovei sua atitude, ela me deixou simplesmente irritada, muito chateada mesmo, mas no fim ela se redimiu e eu a compreendi de coração.
Jimmy é o tipo de homem perfeito! Nos guiando pela época em que o livro se passa, ele sempre se dá como um homem atual de mente aberta e coração também. Eu sou apaixonada pelo Jimmy, pela sua beleza, pelo seu amor e carinho com todos, e não mereceu algumas coisas que aconteceram com ele durante o livro. Mesmo em alguns momentos ele tendo atitudes que embora expliquem, não justificam, eu continuo o amando.
Etienne foi o meu maior problema nessa leitura, eu não sei se eu o amo ou odeio. Suas atitudes embora belas foram muitas vezes egoísta e isso me incomodou demais. Mas acho que ele só ama alguém que ao meu ver não deveria amar, mas definitivamente não foi meu personagem adorado.
Raramente comento sobre os personagens secundários, mas Miranda Forbes- Alton, que se torna melhor amiga de Belle merece o destaque. Assim que ela apareceu na estória ela me conquistou, sua personalidade ímpar, sua coragem, audácia, ousadia, força, vitalidade, beleza e coração me fizeram ama-la e ela foi um dos motivos de eu ter me magoado com livro.Odiei o que a autora fez com ela.
A narrativa de Pearse é extremamente gostosa, fluída e bem fácil de entender, apesar de achar que alguns momentos ela se alongou demais.Ela nos passa uma riqueza de detalhes sobre a guerra que nos choca e nos emociona como poucos autores em terceira pessoa são capazes de fazes.
A capa do livro é bela, repleta de texturas e se encaixa perfeitamente com o livro. O cuidado com a revisão, fonte e detalhes internos muito me agradou e tornou a leitura mais bela.
O livro é bom, mesmo com a decepção, no fim acabei compreendendo que o final era para Belle e não para os outros personagens da estória. Pretendo ler o Belle e o Roubada, outros livros da autora.

" -É nos maus tempos que insistimos em pensar ou nos bons momentos que nos alegram durante os maus tempos?(...)"

terça-feira, 2 de julho de 2013

Simplesmente Ana é um daqueles livros que você se recusa a para de ler. Resolvi lê-lo no início de uma noite e parei às 3 da manhã, por que passou meu sono completamente.

A história conta a vida da mineira Ana que, através do Facebook, descobriu ser uma princesa, filha do rei da Krósvia. Ana tem 20 anos, e a autora Marina Carvalho explora muito bem esta idade, não transformando Ana em madura demais ou adolescente demais. Ela tem que tomar muitas decisões, que até então não teria tomado em sua vida confortável.  Ela é engraçada e leva tudo na esportiva. A trama tem muitos elementos atuais, como chats na internet, emails...
O livro é contado em primeira pessoa, a partir do ponto de vista da Ana, o que é bacana já que ela é muito carismática e tem o espírito da juventude.

É claro que com a temática jovem, terá romance. O caso é típico: ela tem um rolo, Artur, que é lindo, maravilhoso, popular, enquanto ela se acha normal e sem graça (a Síndrome de Bella Swan). Quem sabe ela leu Crepúsculo, não é?! E ao chegar na Krósvia, ela encontra um filho adotivo de seu pai, chamado Alex, que é todo trabalhado na malícia, na beleza e no charme. Sem falar que, a princípio, ele é todo bad boy. Detalhe: Alex tem uma namorada que é um saco.

Ela vai para a Krósvia para ver como é que as coisas funcionam por lá, e tem que decidir, ao longo da história, o que fazer dali em diante: fica no Brasil ou na Krósvia? Esta viagem ocorre logo no início do livro, portanto a trama ocorre, em grande parte, na Krósvia.
Uma coisa que eu não posso deixar passar: Ana é das minhas: AMA livros e torra todo o dinheiro do mês neles. Sei bem como é isso...

O livro é todo fofo: ri bastante em algumas passagens, suspirei em outras e, ainda, senti dor no peito, por exemplo, quando ela falou o que era a saudade (já que esta palavra só existe no vocabulário brasileiro). Amei, mesmo!

Como nenhum livro é perfeito, foram dois pontos que me chamaram atenção, mas não de uma forma boa:
1º - eu não comprei o fato de que todos falam inglês fluente, até mesmo a avó de Ana. Ok, você pode até ter viajado e tal, mas se não tem uma prática diária, você perde a fluência, e isso é óbvio. Ali, apesar de 20 anos sem ir para fora, a mãe ainda fala fluente e a avó nem se fala.
2º - a autora tentou colocar conversas de chat via web com vocabulário internetês (naum, entaum, vc, q). Ok, eu sei que muitas pessoas usam estes termos, mas não acredito que foi a melhor escolha neste caso, visto que se trata de um livro. Pesquisas simples feitas por blogs apontam que por mais que os jovens falem deste modo em chats, quando estes termos aparecem em um livro, não há identificação com a forma escrita.
Apesar de tudo isso, é um livro super leve e lindo.

Para não perder o costume, a Editora Novo Conceito caprichou nos detalhes do livro. A arte da capa é maravilhosa, elegante.
Nem preciso dizer que estou louca pelos próximos livros de Marina Carvalho, por que se continuar neste nível, tem tudo para ser uma das melhores escritoras da atualidade.

Apesar de eu ter colocado aqueles dois pontos negativos, o livro ainda leva a pontuação máxima aqui no blog. Sim, ele é demais. Todos lendo o livro já!


Citação:
"[...] O que um homem bonito faz com o cérebro das mulheres? Congela?"


"Não sei por que, mas é incrível como o brasileiro tem fama ruim. Vira e mexe alguém dá a entender que somos todos depravados, liberais e sem censura. Em parte eu sei por quê. Basta assistir a um desfile de escola de samba no carnaval e ao festival de nudez promovido principalmente por artistas – ou aspirantes a artistas – desesperados por atenção. Mas, puxa! Nós nem fazemos topless com tanta frequência quanto as europeias, que são mais liberais do que nós em muitos aspectos. Dá tanta raiva!"

sábado, 29 de junho de 2013

Vejo que ultimamente vocês tem procurado muito pelo tema Beautiful Creatures aqui no blog. Então eu resolvi trazer alguns links sobre esta saga...

A saga conta com três livros e conta, basicamente, a história de Lena, que chegou na cidade de Gatlin, e é a garota dos sonhos de Ethan. Ele diz que ela precisa ser salva, mas não sabe do quê exatamente... O livro é narrado pelo próprio Ethan, o que dá uma visão masculina legal sobre os sentimentos (acredito eu). Claro que eles engatam um romance, e eu fico me perguntando como deve ser o olhar do Ethan sobre a relação...

Bem, eu não li ainda o livro e nem vi o filme, mas acredito que deva ser, no mínimo, interessante. Se alguém aí já leu, deixe a opinião nos comentários.

  

Sinopse Dezesseis Luas: http://www.galerarecord.com.br/catalogo/catalogogalera_det.php?id=299
Sinopse Dezessete Luas: http://www.galerarecord.com.br/catalogo/catalogogalera_det.php?id=345
Sinopse Dezoito Luas: http://www.galerarecord.com.br/catalogo/catalogogalera_det.php?id=410

Site brasileiro que tem todas as novidades de livros e filme: http://beautifulcreaturesbrasil.com/
Site oficial da Warner Brosshttp://beautifulcreatures.warnerbros.com/

A saga conta com algumas páginas na internet, para que os fãs fiquem sempre atualizados:
G+: https://plus.google.com/u/0/101976631614648738153/posts
Facebook: https://www.facebook.com/BeautifulCreaturesOficial
Twitter: https://twitter.com/BCSaga


Trailer:

quarta-feira, 19 de junho de 2013

É o primeiro livro que leio do James e o motivo é que nenhum outro havia me chamado a atenção até Bruxos e Bruxas. Aliás, a propaganda que a editora Novo Conceito fez para esse livro foi enorme, coisa de outro mundo. Vamos aos meus apontamentos sobre a obra:


Sobre a história: Pense no Nazismo. Traga-o para os dias atuais, troque os judeus por acusados de bruxaria e... boom! Terá Bruxos e Bruxas. Ok, darei mais detalhes:
A Nova Ordem é o comando supremo no país e pega qualquer jovem de até 18 anos que ache suspeito de bruxaria para trancar em uma cela. De lá estes jovens não saem a menos que se rendam e renunciem toda a vida anterior. Passam fome, frio, são torturados de algumas formas. Razão? Pois é, ainda estou tentando encontrar... Esta Nova Ordem tem como líder O Único que é O Único, um cara, digamos, nada confiável.

Whit e Wisty Allgood são irmãos e tiveram sua casa invadida no meio da noite pela Nova Ordem – que nada mais é do que uma espécie de novo governo que não aceita pessoas diferentes. Os Allgood são estas pessoas, acusados de bruxaria e isso é condenável com morte.
Não fica bem explicada a razão para tanto ódio contra quem (supõe-se que) tem poderes mágicos, ainda mais com especificação de idade (até 18 anos) então eu fiquei um pouco perdida.  Gosto daqueles livros que trazem uma história louca, mas que explicam todas as ações e razões nos mínimos detalhes, para que seja tudo crível (por exemplo, em Jogos Vorazes), caso contrário, fica tudo vazio, sem argumentos.

Falando em Jogos Vorazes, a nossa garota Wisty lembra muito a personagem Katniss, por seu jeito nada meigo e muito prático. Enquanto Whit tem um senso de humor até que bem razoável. Logo no início o leitor percebe que a Wisty tem alguns poderes, mas ela se recusa a entender e aceitar o fato – isso faz os dois irmãos um pouco lerdos, e isso fica chato. Em tempo: Whit ainda não demonstrou todo o seu potencial, quem sabe na sequência?

Nas celas, enquanto aguardam julgamento d’O Único que Julga (sim, tem O Único para cada coisa), os dois irmãos encontram crianças em situações piores que as deles, mostrando que a coisa pode esquentar ainda mais! Neste momento, há uma visão dos prisioneiros desse sistema, mostrando que eles também não entendem porque estão ali.

Tenho que falar de um fato interessante: o livro não conta com cenas românticas. Whit até tem uma namorada, mas não há foco algum em romance, então é um livro bem genérico. Ainda mais: a obra conta com pontos de vista intercalados entre os dois irmãos, então tanto garotas quanto garotos não ficarão chateados em nenhum momento, pensando que possa ser um livro específico para um gênero.

A obra inicia com a cena final, e então voltam no tempo para explicar o que aconteceu para chegar naquele estágio. Isso eu achei bem legal. A capa “queimando” tem tudo a ver com a história. Os capítulos são curtinhos, o que dá velocidade e leveza.

Em tempo: Os autores citam filmes e livros que são tidos como proibidos pela Nova Ordem, porém alteram os títulos, o que ficam muito legal, como o caso de “A Invenção de Hugo Genet” e “O Ladrão de Trovões”, fazendo referência às obras “A Invenção de Hugo Cabret” e “O Ladrão de Raios”, respectivamente. Muito boa esta interação.

Não foi o melhor livro do ano para mim. Teve tanto auê que eu pensei que seria uma coisa maior. Mas não posso dizer que ele é ruim, porque estaria mentindo. Levando em conta que é início de uma série, então as coisas são mais enroladas, em meu conceito, em uma escala de 1 a 5, Bruxos e Bruxas fica com:


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quinta-feira, 13 de junho de 2013


Olá, leitores do blog Resenhas de Uma Leitora!
Imagine um detetive, um verdadeiro mito entre os seus colegas de profissão, conhecido por sempre obter êxito em trancafiar criminosos atrás das grades. Uma mente brilhante e sagaz voltada para o bem. Agora, imagine um ladrão de bancos inescrupuloso, assassino, frio e cruel, desprovido de sentimentos. Tão perspicaz e efetivo quanto o detetive. Uma lenda intocável. Nunca deixa rastros, nem sobreviventes e nem dinheiro nos bancos que assalta. Um, a faísca. O outro, o combustível. O livro A Caçada, do autor Clive Cussler, é a combustão concebida pelo choque destes dois personagens.
Publicado originalmente em 2007, quase seis anos depois, a editora Novo Conceito acaba de lançar em território tupiniquim, o livro que é considerado o auge da carreira de Cussler.
A trama acontece em um Estados Unidos do início do século vinte, onde o governo norte americano contrata a renomada e proeminente Agência de Detetives Van Dorn. Dentre os muitos detetives da agência, existe um que se destaca dos demais como montanhas em uma planície, e, seu nome, é tão respeitado quanto o da Van Dorn. Esse é o detetive, Isaac Bell. Ele é encarregado de capturar o nefasto ladrão de bancos, conhecido pela alcunha agourenta de Assaltante Açougueiro. O criminoso é uma máquina de pilhar e assassinar, sem distinção, homens, mulheres, crianças e idosos. Ele nunca deixa rastros.
Tampouco testemunhas de seus crimes.
Bell e os agentes da Van Dorn, após muitas dificuldades descobrem a identidade do Assaltante Açougueiro. E, deste momento em diante, uma verdadeira caçada inicia-se em prol da justiça.
Cussler possui uma narrativa habilidosa, ele transporta o leitor através do cenário e do tempo de modo impressionante. Os detalhes das cidades, os costumes das pessoas da época, os trajes. Os carros. A locomotiva. Há um capítulo inteiro onde ele descreve Bell em seu carro em uma corrida alucinada atrás do rastro do Assaltante Açougueiro. Cussler é milimetricamente perfeito ao descrever a funcionalidade da máquina. E assim ocorre com a locomotiva.
Uma reviravolta em forma de catástrofe ocorre em perfeita coesão no exato momento quando tudo parece estar rumo ao desfecho final. Algo de proporção babilônica e brilhantemente narrada por um escritor que tem clara consciência sobre o que está escrevendo.    
Os personagens protagonistas são muito bem descritos, enquanto Bell é o detetive galante e implacável, o Assaltante Açougueiro é frio, calculista e sem escrúpulos. Ao mesmo tempo, Marion – par romântico de Bell -, é meiga, dócil e um tanto ingênua, Margaret, é uma personagem que vive literalmente na luxúria.
A Caçada tem um ritmo frenético e alucinante, seja pela habilidosa narrativa ou pela locomotiva a vapor. Uma história sobre o bem e o mal. Sobre justiça e injustiça. Um thriller com suspense, ação e muita tensão.
Uma aventura de Isaac Bell.            



segunda-feira, 10 de junho de 2013

Olá a todos!
Sou Ana, e sou a nova colunista do blog e espero que gostem das minhas resenhas e leituras que sempre dividirei com vocês.
Espero que gostem.

"-Por que está insistindo comigo?-perguntou ela(...)
-Porque quero você.-Ele ficou perto, o bastante para que o cheiro dela o envolvesse." (Página 79, versão de bolso.)



O produtor David Brady deseja fazer um documentário especial sobre paranormalidade. Para o programa ter mais impacto, ele convida a vidente Clarissa DeBasse. Mas Clarissa precisa que sua agente, Aurora Fields, concorde com a participação, e faz com que Brady e Aurora negociem diretamente. Eles logo se sentem atraídos, e muitos segredos começam a ser revelados, mudando o rumo da vida de todos para sempre…

Nora Roberts, assim como Meg Cabot, Stephen King e outros, sempre contagia nossos olhos em livrarias e em blogs literário, e por este motivo, ao ir a biblioteca que frequento, me arriscar com Nora Roberts.
O livro nos introduz Clarissa de Basse, uma mulher sensitiva e com uma personalidade singular, irônica e repleta de sarcasmo que é convidada por David Brandy, nosso mocinho, para fazer um documentário sobre coisas de cunho paranormal.
E através disso, David conhece A.J.Fields, nossa mocinha e agente de Clarissa.E o livro se desenrola.
David Brandy é um mocinho interessante, foge daquele esteriótipo de podre de rico e lindo de morrer, embora ele tenha algum dinheiro e beleza. Ele nos conquista, com sua sinceridade, objetividade e seu romantismo disfarçado. Ele é direto com a A.J desde o principio e não pensamos em amor e paixão tão cedo.
A.J.Fields é a nossa caixinha de surpresa, ela esconde mistérios sobre si e sua relação com Clarissa.Personalidade irônica, forte, madura, e completamente desapaixonada da ideia de se apaixonar. E junto a ela temos a sua quase dupla personalidade,Aurora, uma mulher doce, meiga e apaixonada,além do romantismo.
Eu gostei de sua participação, fugindo das mocinhas comuns que existem por ai, e vemos o quanto ela sofreu.
O livro é bem clichê, mas ainda assim uma leitura que vale a pena, pela leveza da escrita de Roberts, pelo casal que embora fuja um do outro não nos enche a paciência e claro pelo romance fofo.
Um livro para se ler entre um livro e outro, após uma ressaca literária e para distrair sua mente.
Merece também um destaque em relação as cenas mais apaixonadas, por assim dizer, do livro, possuir mais um valor sentimental e psicológico, encobrindo as partes físicas.
Um livro que vale apena e que me fez querer saber um pouco mais sobre Nora Roberts.

"(...)Continuariam a se ver enquanto os dois quisessem.Sem promessas,sem compromissos.Quando ele decidisse se afastar,ela precisava estar pronta."(Página 148, edição de bolso)



domingo, 2 de junho de 2013

Meu desejo é gritar!
Com essa frase poderíamos abranger muitos personagens que, ao longo da trama, tem uma vontade imensa de gritar e se livrar de demônios internos. Mas o que representaria esta vontade de gritar?
O grito seria, a meu ver, uma forma de libertação. O personagem ao gritar estaria se libertando do que lhe aflige e satisfazendo-se, por fim.
 
Livro recebido do autor

Primeiro vamos à história: Lara e Iran se casam e o que era para ser um dia feliz, se transforma em um pesadelo, já que após a festa eles sofrem um acidente de carro. Neste caso, estão presentes Rosa e Donny, ela que é irmã adotiva de Lara e ele que é como se fosse irmão. Porém, após o acidente as coisas começam a desandar, ou melhor, a serem reveladas. São mentiras, traições, falsidade, imoralidade, manipulações, famílias superprotetoras. Mas, porém, entretanto, todavia... esse casamento já começou errado. E paro por aqui para não falar demais.
Em tempo, Lara e Rosa foram criadas em casa de militar, com educação rígida. Rosa, vindo de uma família desestruturada, foi adotada com um objetivo específico pelos pais de Lara, o que me deixou nauseada. Lara tem seu pai como um herói, mas até que ponto deve-se acreditar nestes heróis idealizados ao longo da infância?

O livro aponta uma verdade real: o ser humano mente na tentativa de proteger quem lhe é querido. Mesmo quem diz que nunca mente estará mentindo, certamente.
As mentiras que as pessoas contam para a própria família são intrigantes. Alguns fatos são de importante colocação, como as relações onde um se doa mais do que o outro; ou as relações onde se espera somente a perfeição, inclusive física; e, ainda, relações de amizade à base de dinheiro – onde este compra a cumplicidade e responsabilidade.
O leitor, a princípio, pode pensar que o livro é irreal, que aborda somente mentiras. Mas deixe-me colocar que a obra aborda a vida inteira daqueles personagens, focando nesta parte mais sombria. Claro que às vezes cansa um pouco, por que (já vou avisando) não tem o mocinho ou a mocinha por quem se apaixonar, mas tem vários vilões para odiar.

De início, não entendi a razão para tanta raiva, mas ao longo da leitura os motivos são apresentados e bem explicados.  O autor começa com o presente e volta ao passado repetidas vezes, para que entendamos o ponto aonde chegar. Isso fica ainda mais claro ao final, que aponta que ser adulto é ser reflexo da infância.
As novidades são constantes e os enlaces são bem alinhados. O individualismo é colocado a todo instante, o que nos leva a pensar: fazemos tudo pensando no resultado para nós mesmos? Quando fazemos algo que não seja em nosso favor, de alguma forma? Além disso, o autor explorou muito bem o fato de o indivíduo surtar quando a situação sai da sua zona de conforto. Em tempo, a obra fala, ainda, sobre aqueles que se escondem atrás de dinheiro e/ou religião.

Adorei o fato de o livro ser ambientado no Brasil, mais especificamente em Santa Catarina. O autor soube explorar o modo de falar, os costumes. Inclusive os diálogos/palavreado são facilmente encaixados em qualquer pessoa do sul (falo por mim também), logo, não são formais. A cultura germânica está ali também, de forma leve, mas colocada. Não perguntei ao autor, mas suspeito que ele seja do sul. Pois só alguém daqui saberia detalhar tão bem a paisagem com as araucárias ou falar de ramonas com a maior naturalidade (se não sabem o que são ramonas, vejam no link: http://peosiaehumanidade.files.wordpress.com/2009/11/grampos_ramona2.jpg).

Posso dizer, com seriedade, que a leitura nos leva a pensar além do que está escrito. Minha pergunta que ficou no ar durante toda a leitura foi “Quem tem o controle da situação tem razão?”. Por mais que a resposta pareça fácil, não é.
E só mais uma coisa: Não adianta fugir do passado. Ele volta.

A obra conta poucos erros ortográficos, nada que estrague a leitura, contém, ainda, vários palavrões, então não indico para adolescentes. As folhas são brancas (normal em casos de livros independentes). A capa solta um plástico de proteção nos cantos (como a maioria não solta, a gente nem lembra que tem), e isso me irrita um pouco.

Avaliação: Recomendo!



Para comprar, acesse a nossa lojinha de nacionais:

terça-feira, 28 de maio de 2013





Olá pessoal , tudo legal?

Bom, comigo tudo esta legalzinho, tirando a correria da faculdade, chegando a reta final tudo fica mais difícil mas vou levando hehe


Esses dias reli o livro do meu amado e adorado Nicholas Sparks e vim aqui para falar um pouquinho da história e informar sobre o que eu achei . 
É um romance incrível, me emocionei pois trata do amor entre  homem e mulher, pai e filho e o amor entre amigos e até onde a pessoa pode ir por esse amor. O romance conta a história de John, um rapaz rebelde que na tentativa de dar um rumo novo para sua vida se alistou no exercito, após um ano consegue uma licença  e vai passa alguns dias com o seu pai. É nesse momento que ele conhece Savannah, uma jovem que estava ali fazendo trabalho voluntario ao conhecê-la ele a descreve como ‘’ a mulher de seus sonhos’’.
De inicio o amor já surgiu, ele ficaram juntos durante toda a licença de John , quando ele teve que voltar , continuaram o relacionamento através de cartas, com um ano que eles só se correspondiam por cartas John precisa tomar uma decisão que pode mudar a sua vida, continuar no exercito servindo ao seu país ou voltar para os braços da sua amada, essa decisão muda totalmente o rumo da história.
É uma boa historia,  uma das coisas que mais despertou minha atenção foi o relacionamento de John com o seu pai, era um convívio difícil, meio que forçado, a conversa não fluía e o seu pai só conversava sobre moedas, mas ao longo da leitura entendemos o porque desse comportamento e foi exatamente ai que prendeu minha atenção(mas não vou dizer, vocês terão que ler para saber, sou má hehe).
É incrivel como Nicholas abordou a amizade e as necessidades especiais de alguns personagens ,é comovente o quanto Savannah é capaz de ir em nome de uma amizade.
Confesso que em varias passagens do livro chorei (alias sou uma chorona assumida), pois trata de fatos realmente difíceis e o relacionamento do casal não é o único foco.

O livro foi lançado em 2006  e foi adaptado ao cinema em 2010, dirigido por Lasse Hallström e estrelado por Channing Tatum e Amanda Seyfried. Assisti ao filme e infelizmente me decepcionei muito, ficou muito diferente do original, desde as características físicas dos personagens até o desenrolar dos fatos.
Bom, mas recomendo a leitura do livro e que vocÊs assistam ao filme,  vai valer a pena.
Bjooo!

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