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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Quem acompanha o blog desde o início sabe o quanto eu adoro a série Irmandade da Adaga Negra, da J. R. Ward (vide encontro que organizei em Curitiba: http://resenhasdeumaleitora.blogspot.com/2012/02/encontro-ian-curitiba.html).

Então, entre minhas visitas aos blogs que gosto (eu sei que na maioria das vezes eu não comento, #sorry), eis que surge uma notícia que me animou muito. O blog em questão é o Irmandade da Adaga Negra no Brasil, falando sobre a compra dos direitos do próximo livro da série pela editora Universo dos Livros: "The King".





O link para a notícia original é este: http://iadaganegra.blogspot.com.br/2014/03/the-king.html

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Gabrielle Maxwell é uma renomada artista plástica que vive na cidade de Boston. Abandonada pela mãe ainda na infância ela carrega uma marca de nascença que mudará sua vida. Depois de uma exposição de fotos bem-sucedida é testemunha de um assassinato sangrento. Transtornada com as cenas de terror ela procura explicações... E apenas um homem, Lucan Thorne, será capaz de ajudá-la.
Lucan despreza a violência de seus irmãos sem lei. Ele próprio um vampiro, é um guerreiro da Raça, e jurou proteger sua espécie – e os humanos – da ameaça crescente dos Renegados. Lucan não pode arriscar um relacionamento com uma mulher mortal, mas quando seus inimigos escolhem Gabrielle como vítima, sua única escolha é trazê-la para o escuro submundo que comanda.
Agora, nos braços desse intimidante líder da Raça, Gabrielle enfrentará um destino extraordinário, repleto de perigos, sedução, e dos mais sombrios prazeres...
Livro recebido em parceria com a editora Universo dos Livros

Sedução total!

Este foi mais um caso de um livro muito leve de ler, visto que o fiz em pouco tempo – menos de 48 horas.
A capa deixa explícita a ideia de um romance erótico – esta lua cheia, os dois amantes na luz do luar, até mesmo o tom esverdeado contribui para deixar claro do que se trata. E gente, as coisas pegam fogo! Mas, primeiro, vamos aos protagonistas:
Gabrielle é uma renomada fotógrafa. Pratica um estilo de automutilação para se acalmar – nada grave, apenas faz alguns cortes para que possa ver o sangue escorrer. Perdeu a mãe ainda pequena para a “loucura”, já que ela afirmava que via vampiros e foi internada em um hospital psiquiátrico quando Gabrielle ainda era pequena – suicidou-se pouco tempo depois. Foi adotada por uma família, mas o livro não traz referência a qualquer contato com quem quer que seja do convívio familiar.

Divagando 1: A maioria dos livros eróticos com tema fantástico traz uma mocinha sem família, órfã, sozinha ou algo assim. É tão difícil construir uma história romântica fantástica com os enlaces familiares normais?

Lucan é um vampiro de mais de 900 anos de idade. É da Primeira Geração da Raça, ou seja, é filho dos primeiros que chegaram aqui na Terra. Sim, o pai de Lucan era um tipo de extraterrestre que veio para a Terra e não encontrou alimento que fosse tão nutritivo quanto o sangue humano. Luta contra os Renegados, uma espécie de vampiros que tem a “Sede de Sangue” – seria a sede aumentada drasticamente, onde é necessário matar a sua presa, sem se importar com quem seja.
Gabrielle é testemunha de um ataque vampiro a um jovem em uma boate, quando seis brutamontes atacam um punk em seu pescoço. Como ela resolve tirar umas fotos deles com seu celular, eles vão atrás dela. É a partir daí que ela encontra Lucan, já que ele vê o que acontece, e percebe que os Renegados estão atrás da nossa mocinha – principalmente pelo fato de ela andar fotografando alguns espaços reservados. Gabrielle e Lucan tem uma paixão a primeira vista.

Divagando 2: Tenho notado como, ultimamente, a paixão  imediata tem acontecido nos livros eróticos – ainda mais com eventos sobrenaturais. É tudo tão rápido. Isso quando não acontece o amor em poucos momentos. Alguém tem essa receita de amor instantâneo?

Gabrielle tem uma marca de nascença, uma lágrima acima de uma lua crescente, em seu pescoço. Isso significa que ela tem uma diferença em seu DNA, que a “capacita” como uma “Companheira de Raça” dos vampiros, ou seja, ela pode ser companheira de algum deles, pode dar à luz a algum vampirinho e, ainda, pode tomar o sangue de seu amado e viver enquanto ele viver. Nesta obra, os vampiros nascem somente de mulheres humanas com estes DNAs diferenciados, além disso, os vampiros geram somente meninos, por isso só mulheres humanas são Companheiras de Raça. Não é explicado como acontece esta alteração no DNA ou a razão.
Apesar de todas estas diferenças com os vampiros que estamos “acostumados”, eles ainda morrem ao sol, não se preocupem (se é que eu posso falar de algum vampiro que estamos acostumados, já que, ultimamente, em cada livro os nossos queridos sanguessugas tem um aspecto/composição diferentes). Eles ainda podem morrer por dois outros métodos: Cortando-lhes a cabeça, ou com uma faca de titânio cravada no coração – sim, amigos, esqueçam a prata e utilizem o titânio. Ok, ainda pode ser uma bala de revólver feita com titânio, desde que vá para o coração. E mais um detalhe: somente o sangue fresco, correndo nas veias, pode sanar a fome do vampiro.

O livro lembra a movimentação de IAN (Irmandade da Adaga Negra), onde há guerreiros unidos contra um único objetivo. Pelo que parece, as histórias vão trazer um guerreiro em cada livro, com sua respectiva companheira. Ou seja, o romance fica em primeiro plano e a batalha dos vampiros, em segundo. E já que tomei como referência IAN, preciso dizer que este livro é mais quente, então imagino (e espero) que a série vá continuar com este ritmo. As cenas são bem exploradas e muito eróticas. Apesar do meu amor eterno por IAN, tive que me render à Midnight Breed.

Pontos Negativos: Não tem uma explicação clara da razão de os vampiros não gerarem mulheres, assim como não fica claro como são “escolhidas” as Companheiras de Raça. Como elas têm essa modificação no DNA?
Pontos Positivos: As cenas sensuais e sexuais são bem exploradas. Os personagens secundários recebem certo destaque, o que dá uma “aliviada” na trama.

Não encontrei problemas de revisão ou diagramação – tudo muito limpo e claro. Muito bom!
A obra é completamente sedutora e viciante. Tem muitas cenas eróticas e interessantes. Possui um ritmo apaixonante, envolvente. Os eventos desenrolam com facilidade, dando agilidade à trama. Como a narrativa é em terceira pessoa, fica fácil entendermos o que passa na cabeça de vários personagens, não só dos protagonistas.

No geral, gostei muito da obra. Realmente me impressionou. Estou louca para ler os outros livros da série!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012


Dana Hathaway ainda não sabe, mas vai acabar se metendo em apuros ao decidir que é a hora de fugir de casa para encontrar seu misterioso pai na cidade de Avalon: o único lugar na Terra onde o mundo real e o mágico se cruzam. No entanto, assim que Dana põe os pés em Avalon, tudo começa a dar errado, pois ela não é uma adolescente comum – ela é uma faeriewalker, um indivíduo raro que pode viajar entre os dois mundos e a única pessoa que pode levar magia aos humanos e tecnologia à cidade de Faerie.
Não demora muito e Dana envolve-se no jogo implacável da política do mundo da magia. Alguém está tentando matá-la, e todos parecem querer alguma coisa dela, desde seus novos amigos e sua família até Ethan, o lindo garoto com poderes fantásticos com quem Dana acha que nunca terá uma chance...
Presa entre esses dois mundos, Dana não sabe bem onde se encaixa ou em quem pode confiar. Ela sabe menos ainda se sua vida um dia voltará a ser normal.

Livro recebido em parceria com a editora Universo dos Livros



Dezesseis anos, filha de uma alcoólatra e de um homem de quem sua mãe pouco falava a respeito – com exceção das vezes em que ela aproveitava da bebedeira da mãe para lhe roubar algumas informações –, Dana decide que vivera por muito tempo como babá, fugindo e responsável por encobrir os rastros que o vício da mãe deixava em suas vidas e decide ir ao encontro do pai – Seamus Stuart – em Avalon (um lugar mágico onde acontece “O Encontro dos Dois Mundos”), buscando a vida de uma jovem com problemas e responsabilidades de jovens, não de adultos. Pouco do que Dana sabia, era que sei pai era feérico. E ela, por ser filha de uma humana e um feérico, era “mestiça”... Meio humana, meio feérica/fada.

Ao chegar em Avalon Dana percebe que as coisas não seriam como ela esperava. Além de não conhecer ninguém e estar em um lugar totalmente desconhecido, seu pai não havia ido lhe buscar no aeroporto, dando espaço à sua tia Grace – que por algum motivo desconhecido decide levá-la e trancá-la em um quarto. Seguidamente no subsolo de uma padaria. Pois é.

Dana já sabia que as coisas não estavam normais, teve mais certeza disto quando durante a noite dois jovens irmãos feéricos – Ethan (com quem ela tem um envolvimento um pouco maior, se é que me entendem!) e Kim (que ostentava uma pose de durona, mas foi uma boa companheira para Dana) – foram encontrá-la e tirá-la de onde sua tia Grace lhe garantira ser um lugar de extrema segurança.

Foi com os irmãos que ela passou a ter conhecimento de coisas que ela não imaginava que existissem e mesmo sem saber muito bem em quê e/ou quem acreditar... Eles, naquele momento, eram a única coisa na qual ela poderia confiar. Até que, finalmente, conhece seu pai. Descobre, com ele, coisas que preferia não ter descoberto e afirma ainda mais seu arrependimento de ter fugido de casa. Ela era mais que uma simples mestiça. Dana era única, o último ser como ela morrera há certa de setenta e cinco anos... Isso fazia dela objeto de desejo de seres influentes naquele mundo. O mundo faerie.

Após entender O QUE (ou quem) ela era, Dana pode ter consciência de que estar sob os cuidados de seu pai – e de um grandalhão guarda-costas (Finn) – era o mais certo a fazer, mesmo que estivesse planejando uma fuga (por sua mãe, que já chegara a Avalon e prometera procurar uma clínica para se tratar caso Dana voltasse para casa).

Claramente Dana encontra muito mais obstáculos do que seria capaz de imaginar e assim, quero dizer, quase assim, passa todo o primeiro livro da série Faeriewalker (termo que, por sinal, tem tudo a ver com Dana).

Com o livro narrado em primeira pessoa (Dana), Jenna Black leva o leitor a viver as descobertas e as angústias da protagonista em simultâneo em que a mesma. As aflições, os pensamentos, a raiva, a confusão quanto à sua relação com Ethan e, inclusive, as descobertas deste novo mundo. E ao mesmo tempo em que estar lado-a-lado com os pensamentos de Dana prende o leitor, isso atrapalha um pouco a fluência da leitura. Nada proposital, claro, afinal, é tudo confuso para a Dana também!

Não havia como eu fazer uma resenha com mais crítica e menos resumo. Para mim, ao menos, o livro não foi ótimo e não foi péssimo. Digo, foi morno... Morno do início ao fim. Não consigo criticar algo que eu sei que terá uma continuação e que a estória se desenrolará lá (tá, eu espero que seja assim!). Glimmerglass foi, no geral, a Jenna introduzindo o leitor (e a protagonista) ao Mundo Faerie e deixando um gancho – até interessante – para o segundo livro (Shadowspell: O Misterioso Reino de Avalon). A revisão deixou um pouquinho a desejar, a tradução me surpreendeu com um “piriguete” (uhum, isso mesmo!) e a capa me deixa mais apaixonada a cada olhar (juro que queria um livro à altura da capa, erro meu).

xxxxxxxx

Ps.: Minha primeira resenha aqui, pessoal! Comentem - sinceramente - o que acharam! :) 
Beijo e até a próxima (que não demorará tanto! :P).

sábado, 22 de dezembro de 2012


Há seis anos, Lucy Kincaid conheceu pela Internet um homem que parecia ser o tipo ideal. Porém, após ser atacada brutalmente no primeiro encontro, ela viu que tinha se envolvido com um psicopata muito perigoso. Contrariando o histórico das vítimas desse maníaco, ela conseguiu sobreviver.
Após anos de dor e sofrimento pela lembrança das atrocidades que sofreu, ela descobre um jeito de dar a volta por cima trabalhando como voluntária no departamento encarregado de investigar esse tipo de crime, Seu papel é rastrear pela Internet psicopatas e maníacos sexuais para que sejam presos. Porém, tudo muda quando ela descobre que vários desses maníacos, que ela ajudou a localizar, estão sendo mortos desde que deixaram a prisão, incluindo o homem que destruiu sua vida.
Algum assassino estaria seguindo seus passos? Lucy se vê envolvida em uma trama de suspense que poderá deixá-la novamente face a face com um psicopata. 




Livro recebido em parceria com a editora Universo dos Livros.

Primeiramente vamos falar sobre a capa, que não dá a ideia de se tratar de um livro policial. Mais parece um romance. A cena de um casal no meio da neve faz sentido ao longo da trama, mas não é algo que eu associei de imediato com algum tipo de suspense.
Bem, este foi um livro que bagunçou minha cabeça, definitivamente. Por mais que não seja terror, o texto não saiu da minha cabeça por diversos momentos. Há muita tensão, muitos jogos psicológicos e, logo, o leitor se vê dentro da obra, tentando desvendar o que está acontecendo e quem está por trás dos movimentos.

A obra é escrita em terceira pessoa, dando ênfase à Lucy, claro. Em alguns momentos, a autora coloca os pensamentos do psicopata que persegue a nossa protagonista, fazendo com que tentemos unir as peças para decifrá-lo. Vou admitir que tentei bancar a CSI, e por mais que tenha assistido muitas temporadas, não consegui saber quem era o dito, até a autora desvendar – inclusive chutei duas vezes, e errei feio.
Lucy, agora com 24 anos, foi enganada em um bate-papo online. Marcou encontro e acabou sendo sequestrada, estuprada e torturada quando tinha 18 anos – isso tudo online, ao vivo! Os sequestradores faziam parte de uma rede de exploração sexual que, em geral, consistia em matar as meninas ao final, coisa que não ocorreu com Lucy (obviamente, já que ela é a protagonista...). Claro que Lucy tem feridas que custam a sarar, assim como sente-se perseguida constantemente. Isso é real, ou não? Se for real, será que é a mesma pessoa que está matando os homens, presos anteriormente, que ela ajuda a localizar agora?
Então ela conseguiu superar e, em razão do que passou, fez duas faculdades: Psicologia e Ciência da Computação e estava terminando o mestrado (ao que deu para entender, já que é falado sobre o trabalho que ela fez para o mestrado). Isso tudo em 6 anos! Fora os estágios que ela fez no Senado, na Polícia e agora no IML. Bem, isso não me convenceu muito... Pouco tempo para tudo isso, não?
Durante a história aparece Sean, sócio do irmão de Lucy. É misterioso, atraente ao leitor. Possui um grande senso de justiça e proteção, principalmente em relação à Lucy.

Claro que há um romance, mas devo dizer que este fica em 2º, 3º plano. O foco é realmente a investigação do que está acontecendo. O livro não tem muitas descrições do cenário – foca na definição dos pensamentos e devo dizer que ficou perfeito, já que não senti falta do exterior. Há um terror velado que deixa o leitor um pouco desconfiado de tudo. Não sai da cabeça mesmo após o término da leitura.
Um dos melhores livros que já li no estilo policial. É uma pena que peca na revisão: algumas palavras estão grudadas (sem espaço). Irrita um pouco, mas não tira o ritmo e a qualidade da obra em si.

Poderia resumir o livro em uma palavra: Tóxico – o leitor se empolga e não quer largar a leitura nem um minuto. Inclusive devo admitir que foi muito difícil fazer a leitura pausadamente (gosto de ler no máximo 150 páginas/dia, para que eu possa absorver o livro, não somente folheá-lo), já que eu me empolguei mesmo e queria ler tudo o quanto antes.

Pontos Negativos: Realmente a revisão pecou um pouco, Além disso, o histórico escolar da Lucy não me convenceu.

Pontos Positivos: A narrativa é ágil e o suspense é real. É realmente difícil identificar o suspeito!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012


*Desculpem a qualidade do vídeo. Na próxima tento deixar melhor hehe

Livros Citados
Se eu morrer antes de você - Allison Brennan
O Beijo da Meia-Noite - Lara Adrian
Glimmerglass - Jenna Black

Site Citado
Universo dos Livros

segunda-feira, 16 de julho de 2012


Mikhail Dubrinksy é o Príncipe dos Cárpatos, o líder de uma sábia e secreta raça ancestral que vive na noite. Tomado pelo desespero, com medo de nunca encontrar a companheira que iria salvá-lo da escuridão, a alma de Dubrinksy gritava na solidão. Até o dia em que uma bela voz, cheia de luz e amor, chegou a ele, atenuando sua dor e seu anseio. 
Raven Whitney possui poderes telepáticos e os utiliza na captura dos mais depravados serial-killers. Desde o momento que se conheceram, Raven e Mikhail foram incapazes de resistir ao desejo que faiscava entre eles. Mas forças sombrias tentarão destruir esse frágil amor. E mesmo que sobrevivam, como poderão - cárpato e humano - construir um futuro juntos?


Vamos começar com a narrativa da autora Christine Feehan, que discorre o texto de maneira a detalhar o maior número possível de locais e personagens, e deixa o leitor muito familiarizado com os ambientes e identidades. Devo já dizer que a autora é melhor descrevendo cenários do que registrando as falas dos personagens.

A história se passa em um presente indeterminado (ou pelo menos, eu não vi nenhuma data), e conta a história de Mikhail Dubrinksy, o Príncipe dos Cárpatos, e Raven Whitney, uma humana que tem poderes telepáticos e os utiliza na captura de serial-killers. Um cárpato não sobrevive muito tempo sem sua real companheira - os machos perdem a capacidade de enxergar as cores ou de sentir emoções, caindo no escuro, e somente a verdadeira alma gêmea é capaz de trazer estes sentimentos e cores de volta. Mikhail já tinha perdido a esperança de encontrar a sua metade quando escutou os primeiros pensamentos de Raven. A conexão foi instantânea e ligou os dois de uma forma transcendental, devolvendo a vida para  Mikhail. Claro que nem tudo é moleza e muitos problemas aguardam nossos protagonistas, deixando-os em uma sinuca: será que dois mundos tão diferentes conseguem uma conciliação e vivem em harmonia? E como fazer, já que Raven é humana e há um detalhe: as humanas que sofreram a tentativa de se transformarem em cárpato ficaram loucas e mortas vivas que sugam sangue...

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