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quarta-feira, 10 de abril de 2013


Próprias da mitologia grega, têm rosto de mulher, serpentes na cabeça no lugar dos cabelos e asas nas costas.  Alguns livros trazem como belas mulheres, outros tantos apresentam seres com pele escamosa e verde e dentes caninos pronunciados.
Mas a regra geral é que qualquer homem que olhar nos olhos deste monstro vira pedra instantaneamente.
Existiram apenas 3 górgonas no mundo, e eram monstros da mitologia grega. Esteno, Euríale e Medusa eram irmãs, filhas de Fórcis e Ceto, deuses marinhos. Detalhe: somente Medusa era mortal.

Medusa e Perseu
Conta o mito grego que Perseu era filho de Zeus e sua amante humana Dânae e cresceu até a maioridade em uma ilha do Egeu chamada Sérifos, onde um pescador, Dictis, o salvara juntamente com Dânae após o nascimento. O rei de Sérifos, Polidectes, se apaixonou por Dânae, mas ela recusou suas investidas. Então convidou todos os nobres do local para uma festa e pediu para que cada um levasse um cavalo. Perseu, pobre, brincou que conseguiria um cavalo com a mesma facilidade com que mataria uma das três górgonas – querendo dizer que era impossível. Polidectes não levou na brincadeira e enviou Perseu nesta missão.

Os deuses Hermes e Atena apiedaram-se do jovem, que foi levado às gréias, três velhas que compartilhavam um só olho e um só dente, que o levaram até as górgonas. Esperto, roubou o olho e o dente delas e só devolveu quando deram a informação verdadeira. Elas, então, disseram para que procurasse as ninfas, que poderiam lhe dar o gorro da invisibilidade, sandálias aladas para que pudesse voar e uma sacola de couro. Hermes lhe deu uma espada curva.

Perseu voou até as górgonas e, olhando através do reflexo do escudo, decapitou Medusa, guardando sua cabeça na sacola de couro. Voltou voando para Sérifos e exibiu a cabeça decapitada, petrificando Polidectes e seus apoiadores. Após, deu a cabeça de presente para Atena, que a colocou em seu escudo para petrificar seus inimigos.

Livros não didáticos que citam górgonas
- Percy Jackson - Rick Riordan
- Perceu e as Górgonas - Adriana Bernardino

quinta-feira, 4 de abril de 2013


Segundo O Grande Livro dos Seres Fantásticos, os centauros são seres fantásticos originários da Grécia Antiga, tratam-se de seres metade homem e metade cavalo. Os centauros são filhos de Ixíon (rei dos Lápitas) e Néfele (deusa das nuvens) e reconhecidos pelas habilidades guerreiras, especialmente nos campos do arco e flecha.  Como a metade cavalo é muito forte, são capazes de pisotear tudo que encontram com facilidade. São seres perversos e maldosos, mas não é impossível que em algum tempo tenha havido um centauro amável.


Viviam em cavernas, em tribos, comendo a carne crua de suas presas e apreciando um vinho. Em geral, não chegavam a viver 40 anos, pois morriam em alguma de suas muitas lutas. Raras vezes um centauro alcançava a idade de 100 anos.

O centauro mais famoso da Mitologia Grega foi Quirão/Quíron. Culto, músico, ginasta, médico, educador e mestre de heróis. Foi-lhe concedido o dom da imortalidade pelos deuses, porém quando foi ferido por uma flecha envenenada, caiu em agonia e suplicou aos deuses que o deixassem morrer. Apenas Zeus apiedou-se dele e, como não podia matá-lo, porque era imortal, o transformou em um arqueiro celeste – hoje é a constelação de Sagitário.

Acredita-se que, nos dias de hoje, existam poucos centauros. Abandonaram as cavernas e vivem isolados na Ásia Central, concentrando-se na caça e fabricação de vinho.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Segundo O Grande Livro dos Seres Fantásticos, os elfos são os senhores dos bosques, considerados “espíritos do ar”, e os seres mais sábios do mundo. Podem viver centenas de anos e permanecer com aspecto juvenil. Fisicamente possuem poucas diferenças com o ser humano: um pouco mais altos, com orelhas pontiagudas, pele pálida, olhos amendoados. São ágeis e elegantes, com longos cabelos, e os elfos masculinos nunca tem barba. Vivem nos bosques grandes e distantes, que conhecem perfeitamente.
Vestem-se de maneira camuflada e ficam praticamente invisíveis em seus bosques. Além disso, os elfos podem enxergar no escuro, desse modo podem deslocar-se a noite por todos os lugares, inclusive em cavernas. Sabem ler as estrelas, são capazes de ver o futuro, conhecem as propriedades das ervas e frutos dos bosques. Com toda sua sabedoria, conseguem vivem em harmonia com a natureza.
Além disso, é sabida a habilidade dos elfos no manejo de armas. Os torneios e lutas são seus passatempos favoritos e são especialistas em Arco e Espada.
"Contam que, em suas festas, costumam dançar por toda a noite até o nascer do sol. Então, evaporam-se deixando apenas suas pegadas na grama.
Cuidado! Que nenhum humano se atreva a participar de uma de suas danças, pois pode ser mais perigoso do que parece: pode fica enfeitiçado e, ao amanhecer, quando o galo cantar, desaparecer com eles para sempre". (p.14)
Porém os elfos não são todos iguais. Há uma lenda que diz que, no início de sua existência, os elfos se dividiram em dois grupos: os elfos claros e os escuros (drows). Os primeiros foram bons e belos, e povoaram os bosques. Os últimos foram maus e povoaram as profundezas da terra, onde não chega a luz solar.

Elfos Claros: Chamados também de "elfos da luz", dizem que são muitíssimo belos: louros, olhos claros e pele branca (na verdade a pele muito branca é sinal de maior beleza entre estes seres). Gostam de enfeitar a testa e cabelos com joias bonitas. Ainda podem mudar de aparência.
Elfos Escuros (Drows): São mais baixos que os elfos claros, têm pele escura, os pelo brancos e os olhos vermelhos. Enfeitam-se com braceletes e colares, e a maioria tem o corpo cheio de tatuagens. São muito maus: raptam moças e crianças para transformá-las em escravas. São encontrados, em geral, em igrejas e tumbas enormes. Vivem em cidades enormes, construídas sob a terra. Em seus combates usam um tipo de armadura indestrutível, parecida com diamante. Cavalgam grandes lagartos pelo bosque ao entardecer.

Já pela internet, circulam outras informações sobre os elfos:
Os elfos são criaturas místicas das mitologias nórdica e céltica, e aparecem com frequência na literatura medieval europeia. São apresentados como semelhantes à imagem literária das fadas ou das ninfas
Podemos tomar dois grandes autores que trazem os elfos de formas distintas: Willian Shakespeare e Tolkien.
Shakespeare descrevia os elfos como seres quase tão pequenos quanto insetos, em Sonho de uma Noite de Verão. Aparentemente os considerou sinônimos de fairies.
Tolkien os descreve como sábios não muito altos, cerca de 1,50m de altura e belos, sábios, poderosos, fascinantes, e com uma relação muito especial e profunda com a natureza. Trata-se  de uma raça muito explorada nos três livros da série — sendo dois dos personagens secundários mais importantes, Légolas Verdefolha (#todassuspira) e Arwen Undómiel, elfos (sendo esta última meio-elfa). O autor resgatou formas há muito inutilizadas da palavra Elf, Elfo em inglês, cujo plural era comumente Elfs. Em sua obra, Tolkien usava a variedade Elves, e a palavra acabou voltando aos dicionários. Assim como aconteceu com Dwarf, Dwarfs, Dwarves – que significa Anão (sentiu o poder da obra de Tolkien?).
Para Tolkien, tanto humanos como elfos são Filhos de Ilúvatar, mas os elfos são "imortais", pelo menos enquanto Arda (o Mundo), existir. Não envelhecem nem adoecem e, se forem mortalmente feridos ou sofrerem um grande desgosto, reencarnam nas Mansões de Mandos, em Valinor.
Légolas, para a alegria das meninas!
 Ainda podemos citar a Saga de Hrolf Kraki, onde um rei chamado Helgi estupra e engravida uma elfa - a mulher mais bela que jamais vira. A elfa dá a luz a meio-elfa Skuld, muito boa em feitiçaria e, praticamente, invencível em batalha – já que quando seus guerreiros caíam, ela os fazia erguerem-se de novo para continuar a luta. A única forma de derrotá-la era capturá-la antes que pudesse convocar seus exércitos, que incluíam guerreiros elfos. Skuld casou-se com Hjörvard, que matou Hrólfr Kraki.
Também há “o Heimskringla e na Saga de Thorstein, o Filho do Viking, relatos de uma linhagem de reis locais que governaram Álfheim, correspondente à atual província sueca de Bohuslän, cujos naturais, desde então, teriam sangue élfico e tinham a reputação de serem mais belos que a maioria dos humanos. O primeiro rei se chamou Alf (elfo) e o último, Gandalf (Elfo do Bastão, inspiração para o Gandalf tolkeniano)”.
Ainda dentro da Mitologia Nórdica, nas poesias e nas sagas, os elfos são ligados aos Æsir pela frase muito comum "Æsir e os elfos” ("todos os deuses"). Eruditos chegam a comparar os elfos aos Vanir (deuses da fertilidade). Mas no Alvíssmál ("Os ditos do Conhecedor de Tudo"), os elfos são considerados diferentes tanto dos Vanir quanto dos Æsir, como mostra uma série de nomes comparativos na qual são dadas as versões dos Æsir, dos Vanir e dos elfos para diferentes palavras, refletindo as preferências de cada categoria.
Como sabemos, a mitologia nórdica influenciou imensamente a cultura inglesa. Assim, em geral, os elfos mencionados em histórias medievais inglesas são do sexo masculino e, frequentemente, de caráter assombroso, relacionados ao estupro e assassinato. A única elfa mencionada com frequência é a Rainha dos Elfos, ou da Elfland. Já nos contos populares do início da Idade Moderna, os elfos são descritos como seres pequenos e travessos, que aborrecem os humanos ou interferem em seus assuntos. Nessa tradição, os elfos se tornaram sinônimos das "fadas" originadas da antiga mitologia céltica.

Uma lenda diz que se alguém espalhar folhas de escambroeiro (não faço ideia do que isso seja) ou espinheiro-cerval (Rhamnus cathartica, em inglês blackthorn, de frutos purgativos – que também não sei o que são) em um círculo e dançar dentro dele sob a lua cheia, aparecerá um elfo. O dançarino deve ver o elfo e dizer, “Halt and grant my boon!” ("Pare e me dê a bênção!") antes que ele fuja, e o elfo atenderá a um desejo.
No épico medieval alemão Nibelungenlied ("A Canção dos Nibelungos" ou ainda “O Anel dos Nibelungos”), um anão chamado Alberich tem um papel importante. Alberich significa literalmente "rei-elfo", o que contribui para a confusão de anões com elfos. Através do francês Alberon, o mesmo nome originou o inglês Oberon – rei dos elfos e das fadas (fairies) em Sonho de uma Noite de Verão de Shakespeare.
J.K. Rowling trouxe-nos outro tipo de elfos em Harry Potter: os Elfos-domésticos. São pequenos humanoides, que passam suas vidas servindo uma família ou instituição. A não ser que sejam libertados, seus descendentes vão continuar suas tarefas e a servir a família. Não apresentam cultura própria e existem somente para servir. Usam coisas como fronhas de travesseiro no lugar das roupas porque não podem usar roupas enquanto servem. Se um mestre presenteia um elfo-doméstico com roupas, este estaria livre e poderia deixar a família para sempre.

Alguns livros que fazem referência aos elfos:
  





O Grande Livro dos Seres Fantásticos

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


 
De acordo com O Grande Livro dos Seres Fantásticos, as Fadas são seres tão antigos, que estão em todas as culturas. São capazes de mudar de forma para que os seres diferentes, como o homem, não as veja.
“Sabia que algumas fadas gostam de levar alguns sininhos costurados nos vestidos delas? Se alguma vez você ouvir um doce tilintar à noite, certamente um grupo de fadas está por perto. Dizem que, então, se você piscar muito rápido, poderá vê-las” (p.119)
Há vários tipos de fadas:

Solitárias: Travessas, desagradáveis, vivem debaixo de troncos de árvores mortas, ruínas de velhos castelos, pontes abandonadas e grutas inacessíveis. São sujas e despenteadas. Nunca ande por caminhos pouco transitados.
De Roda: Vivem em grupos nos montes e colinas, são bonitas e pequenas. Dizem que na noite de São João (24/06), se você for ao local adequado, poderá vê-las brincando de roda.
Aquáticas: Como o próprio nome diz, vivem nos rios e açudes rodeados por vegetação. Mas gostam mais dos lagos encantados de ilhas mágicas, invisíveis aos olhos humanos.
Madrinhas: Protetoras, fornecem dons aos recém-nascidos (beleza, sorte...). Um exemplo clássico é a fada da Cinderela.
Sílfides: Vivem nas nuvens, possuem elevada inteligência e sua principal atividade é transferir luz para as plantas.
Banshee: Forma obscura das fadas. Tome cuidado se vir alguma Banshee, já que os dias restantes de sua vida podem ser contados pelos gritos da fada: a cada grito, um dia de vida e, se apenas um grito for ouvido, naquela mesma noite você estará morto.
Fada do Dente: Nunca esqueceria desta fada tão importante. Caiu um dente de leite? Coloca embaixo do travesseiro que a fadinha deixa uma moeda ou presentinho (Só comigo que nunca aconteceu?)

As fadas são, originalmente, da cultura celta e dependendo da história, as fadas podem ter tamanhos variados – desde pequeninas até tamanhos “normais”.

Alguns livros que fazem referências ao ser fantástico fada:
  
 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012


Antes de tudo, quero dizer que este ser fantástico foi um dos mais difíceis de encontrar qualquer tipo de fontes! Sério gente, ele sabe se esconder rsrs...
Doppelgänger é a fusão das palavras alemãs doppel (duplo, réplica ou duplicata) e gänger (andante, ambulante ou aquele que vaga).
Vem das lendas germânicas e trata-se de um ser fantástico que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma determinada pessoa – escolhida pelo ser em questão. Ele imita tudo sobre a pessoa copiada, inclusive suas características internas.
Em alguns mitos, diz-se que se a pessoa vir o seu próprio doppelgänger é sinal de morte, pois a pessoa está vendo a sua alma projetando-se para fora do corpo a fim de ir para o plano astral.
Já se o Doppelgänger é visto por amigos ou parentes, é um anúncio de má sorte ou de problemas emocionais. Também há quem diga que ele assume o negativo da pessoa para tentar exercer influência negativa, objetivando a pessoa a fazer coisas cruéis ou que ela não faria naturalmente.
 
Ah! Ele apareceu no Supernatural... Alguns casos interessantes e misteriosos podem ser encontrados neste blog: http://misteriosfantasticos.blogspot.com.br/2011/07/doppelganger.html (desculpem leitores, mas eu não poderia copiar e colar o que o blogueiro escreveu, neh. Então vamos visitar o link para os casos.) 

Livros que tem alguma referência ao Doppelgänger :
  
 
Há um estudo sobre a questão do duplo, onde há referência ao ser em questão: http://www.revistainvestigacoes.com.br/Volumes/Vol.22.N1/Investigacoes-Vol22-N1-artigo02-Adilson-dos-Santos.pdf


Este tema foi proposto por um leitor do blog. Se quiser indicar algum ser fantástico, fique a vontade para tanto.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012



Segundo o Grande Livro dos Seres Fantásticos, os Gênios são seres maravilhosos com poderes mágicos.  Se parecem com seres humanos, embora possam assumir a forma de um animal. Podem ser bons ou maus. Detalhe: Se são bons, são bonitos. Se maus, são feios.
Originais da cultura muçulmana, chamados de jinn, os geniozinhos são formados de fogo ou ar e são muito travessos. Alguns ficam presos em garrafas ou lâmpadas de azeite (por isso a lâmpada mágica não se parece com uma lâmpada, mas com um bulezinho), e se alguém os liberta abrindo a tampa da garrafa ou esfregando a lâmpada, se torna amo do gênio.

Gênio é a tradução usual em português para o termo árabe jinn. No árabe, a palavra "jinn" significa, literalmente, alguma coisa que tem uma conotação de dissimulação, invisibilidade, isolamento e distanciamento.
Dentro da mitologia Romana, o gênio era um ancestral que zelava por um descendente. Ao passar o tempo, se transformaram em espíritos guardiões pessoais, outorgando intelecto e talento. Sacrifícios eram feitos para o gênio no aniversário de cada pessoa. É concebido como um ente espiritual ou imaterial, muito próximo do ser humano, e que sobre ele exerce uma forte, cotidiana e decisiva influência.

Dentro da mitologia Árabe, a crença nos Djinn (ou jinn) era corrente na antiga Arábia, onde se dizia que inspiravam poetas e adivinhos. Algumas pessoas dizem que Djin, portanto, significa as qualidades ou capacidades ocultas do homem.7
Entre da cultura ocidental, a imagem dos Djinns foi atenuada, diluída – melhor exemplo  é Jeannie é um Gênio. No seriado Supernatural, os irmãos também enfrentaram jinns em dois episódios (2x20 e 6x01)

Livros que façam referência aos Gênios - a maioria das obras é voltada para o público infantil. Não consegui encontrar nada para o público adulto.
      

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Segundo o Grande Livro dos Seres Fantásticos, “Zumbis são pessoas que já morreram, mas, reanimadas pela bruxaria, saem de suas tumbas ao anoitecer e voltam à vida como mortos vivos.”
O Grande livro ainda nos ensina como os bruxos fazem o feitiço: “um perverso bruxo ou feiticeiro escolhe a vítima que lhe agrada, vai à casa dela e, praticando artes mágicas, rouba-lhe a alma. Nesse momento, a pessoa enfeitiçada adoece e, pouco depois, morre. Depois do enterro, o bruxo se dirige à tumba do defunto e, recitando fórmulas mágicas, lhe devolve a alma. Ao mesmo tempo, derrama sobre o corpo do morto várias poções prodigiosas para que ele volte à vida e, assim, sua vontade será dominada pelo bruxo. Agora já é zumbi!”
Perdem a memória e a personalidade, existência incompleta. O rosto fica sem expressão, com olhos mortos e olhar desfocado. Em estado catatônico, criam insegurança, medo e comem os vivos que capturam.
Segundo algumas crendices, se experimentar o sal, toma consciência e volta para a tumba e nunca mais sai de lá.

A palavra "zumbi" é cheia de mistério e sua origem pode estar nos termos nzambi ou nzumbi, que, em alguns idiomas do oeste africano, significam "divindade" ou "espírito ancestral". Logo, as histórias de zumbis têm origem nas crenças espirituais do Vodu afro-caribenhos. E segundo esta cultura, o astral Zumbi é mantido dentro de uma garrafa que o sacerdote pode vender para dar sorte. Se o morto-vivo experimentar o sal, toma consciência, volta para a tumba e nunca mais sai de lá.
A figura do zumbi ganhou destaque principalmente graças ao filme de 1968 "Night of the Living Dead" de George A. Romero.
Night of the Living Dead
Por serem mortos-vivos, possuem a pele apodrecida e com roupas esfarrapadas, com um cheiro horrível. Normalmente, perdem partes do corpo, como os dentes ou os dedos. Nestas situações, os zumbis são lentos, cambaleantes e irracionais.
Para destruir um zumbi é fácil: danifique-lhe o cérebro - atirando-lhe na cabeça ou lhe quebrando o pescoço. Simples, não?

Sobre o Apocalipse Zumbi:
Cenário hipotético da literatura apocalíptica. Baseado na ficção científica e no terror, é cultuado e aguardado por muitas pessoas. Refere-se a uma infestação de zumbis, onde rapidamente transformaria esta espécie na predominante sobre o planeta. Os zumbis atacariam os homens humanos, de maneiras impossíveis de serem controladas por qualquer tipo de força.
Em algumas teorias, as vítimas do ataque zumbi também se transformariam nestas criaturas se sofressem uma mordida ou arranhão. Em outras, as características zumbis seriam transmissíveis através do ar, que conteria um vírus. E ainda há uma terceira teoria: todo o ser humano que morre torna-se um morto-vivo.
Em todos estes casos, os zumbis caçam seres humanos para alimentarem-se. Sua mordida causa a infecção, fazendo com que o mordido torne-se um zumbi posteriormente. Isto rapidamente voltaria para uma infestação incontrolável, com o pânico causado pela "Praga Zumbi"  - causando a crise do conceito de civilização como hoje conhecemos. A existência de vida humana na Terra seria reduzida a poucos grupos de sobreviventes - nômades ou isolados - buscando por alimentos e lugares seguros num mundo pré-industrial, pós-apocalíptico e devastado.

 Livros com a temática Zumbi - como são vários livros, tive que escolher somente alguns:

       
 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012


Segundo o livro “O Grande Livrodos Seres Fantásticos”, o Leviatã é um dos monstros dos mares mais terríveis e temidos, e que por detrás de seu nome se esconde algo perverso e abominável.
“É mais parecido com uma imensa serpente sinuosa, mas com cabeça de dragão. Uma cabeça? Que nada! Alguns asseguram terem visto um monstro com muitas cabeças! Seja o que for, o certo é que sua aparição provoca um terror sem fim.

É um monstro marinho com hálito de fogo! Pelo focinho expele uma fumaça negra e pela boca, cheia de terríveis e afiados caninos, solta fogo como se fosse um dragão gigantesco. Seus olhos parecem os do diabo: vermelhos e ardentes, desprendendo raios luminosos.”

Dizem que nem o guerreiro mais valente é capaz de resistir ao medo diante desta besta.
Sua forma assemelha-se como a de dragão marinho, serpente e polvo (semelhante ao Kraken). Suas escamas fazem sua pele parecer cimento. Qualquer arma perfurante não tem poder sobre o monstro.
O monstro aparecia sempre nas águas em que os barcos navegavam durante a época dos descobrimentos e grandes viagens marítimas. Como come qualquer coisa, pode engolir desde um animal até uma rocha, ...

As primeiras notas que observamos sobre o Leviatã aparecem na bíblia, nos livros de Jó e Salmos:
Salmo 74, 13-14: “Tu que dividiste o mar com teu poder, quebraste a cabeça do monstro do mar. Tu esmagaste a cabeça do Leviatã, dando-o como alimento às feras do mar”.
Jó 3, 8: “Que a maldigam os que maldizem o dia, os que sabem despertar Leviatã”.
A criatura ainda tem referência em Ezequiel 29, 3 e 32, 2, trazida como um “dragão”. É importante lembrar que já houve identificação de fósseis de crocodilos de até 15 metros na  antiguidade, enquanto hoje os maiores não chegam aos 7 metros.

Como referência contemporânea, temos o Monstro do Lago Ness (conhecido como Nessie), nas Terras Altas da Escócia. Descrito como uma espécie de serpente ou réptil marinho é, para alguns estudiosos bíblicos, a comprovação da mitologia bíblica do Leviatã.
A origem do Leviatã é uma questão um tanto obscura. Talvez esteja associada ao "Tiamat", uma divindade da Babilônia

Obras que relacionam-se com o Leviatã:
  
Sabe de mais alguma obra que cite o Leviatã? Compartilhe! 

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