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domingo, 9 de dezembro de 2012

Sete anos de escuridão, fome, desespero e solidão...
Jacques Dubrinsky, irmão do príncipe dos Cárpatos, foi capturado, cruelmente torturado e enterrado vivo. Durante sete anos, preso naquele buraco, alimentando-se do sangue de ratos, somente uma coisa o mantinha vivo: o desejo de vingança. Havia um traidor.
E ele descobriria quem era.
O tempo já não significava mais nada. Ninguém sabia da sua existência. Até que ele sentiu a presença de uma mulher misteriosa e sensual em sua mente. Depois de tanto anos, um contato...
Quem era ela? Seria ela a traidora?

Usem luvas para o calor! Este livro é quente demais!

E olha que as cenas de sexo não são tão explícitas, como tantas outras obras! É que as cenas são sensuais e quentes, mesmo!

Vamos à história:
Jacques foi traído, torturado e enterrado vivo. 7 anos – este foi o tempo em que ele permaneceu dentro de um caixão, se alimentando de pequenos animais que conseguia atrais por um pequeno buraco na madeira. Foram 7 anos de dor e agonia. E é aí que Shea aparece.
Shea é uma cirurgiã renomada que perdeu a mãe para a loucura quando tinha 18 anos. Quando é procurada por alguns homens – que afirmam sobre a existência de vampiros, nota que eles a querem e acaba fugindo, considerando-os dementes. Afinal, vampiros não existem. Certo? Não é bem por aí...
Quando ela foge, se sente impelida a ir a determinado local, como se algo a estivesse chamando. Descobre a tumba de Jacques e o consegue tirar do local. Bem, é a partir que a trama desenvolve, mesmo.

Posso dizer que o livro é quente! Jacques e Shea tem muita química, sério. Mesmo quando não há uma cena de sexo, a sensualidade do casal fica evidente. Quando os dois encostam, sai faísca – muito mais quente que o primeiro livro da série!
Ah, Shea é especial e demora a perceber e entender o que realmente é. Não posso escrever mais nada, se não perde a graça.
Vou fazer uma reclamação: Não só em relação aos Cárpatos, mas aos sobrenaturais em geral. Os homens podem ser muito sexys, quentes, lindos e tudo mais. Mas são (pelo que tenho lido) uns machistas, possessivos, mandões, controladores. Sério, eu não teria paciência para um cara assim – por mais sexy que fosse! Claro que este é o caso de Jacques...

Muitas pessoas não gostaram do “Príncipe Sombrio” – eu gostei. Mas digo que mesmo estas que não foram muito com a cara do Príncipe, vão sentir um desejo (olha o trocadilho) pelo Jacques. Ou seja, este é melhor que o anterior.
O amor entre os dois é muito rápido, com uma ligação inexplicável. Aliás, me deixe divagar um pouco... O que acontece que, ultimamente, em quase todos os livros que leio há um amor imediato? E não estou falando de adolescentes como foi o caso de Almas Seladas. Acabou o momento de divagação.
Tenho que dizer que desta vez o livro ficou muito bem revisado, melhor que o primeiro. Não encontrei erros, fazendo com que tudo fluísse de forma agradável. A obra traz, ainda, algum suspense, gerando dúvidas a todo instante, deixando muitas hipóteses e pouca certeza do leitor.
Desejo Sombrio continua como no primeiro livro da série: muita descrição de locais e pensamentos e menos cenas de diálogo. Às vezes cansa tanta descrição. Cenas sensuais são ótimas – exatamente pela descrição. Contradição que faz sentido, acredite.

Pontos Positivos: Revisão melhorou; ótimas cenas sensuais.

Pontos Negativos: Excesso de descrição de locais; machismo do protagonista.

Eu recomendo esta série. Vocês já sabem disso, faz tempo!

segunda-feira, 16 de julho de 2012


Mikhail Dubrinksy é o Príncipe dos Cárpatos, o líder de uma sábia e secreta raça ancestral que vive na noite. Tomado pelo desespero, com medo de nunca encontrar a companheira que iria salvá-lo da escuridão, a alma de Dubrinksy gritava na solidão. Até o dia em que uma bela voz, cheia de luz e amor, chegou a ele, atenuando sua dor e seu anseio. 
Raven Whitney possui poderes telepáticos e os utiliza na captura dos mais depravados serial-killers. Desde o momento que se conheceram, Raven e Mikhail foram incapazes de resistir ao desejo que faiscava entre eles. Mas forças sombrias tentarão destruir esse frágil amor. E mesmo que sobrevivam, como poderão - cárpato e humano - construir um futuro juntos?


Vamos começar com a narrativa da autora Christine Feehan, que discorre o texto de maneira a detalhar o maior número possível de locais e personagens, e deixa o leitor muito familiarizado com os ambientes e identidades. Devo já dizer que a autora é melhor descrevendo cenários do que registrando as falas dos personagens.

A história se passa em um presente indeterminado (ou pelo menos, eu não vi nenhuma data), e conta a história de Mikhail Dubrinksy, o Príncipe dos Cárpatos, e Raven Whitney, uma humana que tem poderes telepáticos e os utiliza na captura de serial-killers. Um cárpato não sobrevive muito tempo sem sua real companheira - os machos perdem a capacidade de enxergar as cores ou de sentir emoções, caindo no escuro, e somente a verdadeira alma gêmea é capaz de trazer estes sentimentos e cores de volta. Mikhail já tinha perdido a esperança de encontrar a sua metade quando escutou os primeiros pensamentos de Raven. A conexão foi instantânea e ligou os dois de uma forma transcendental, devolvendo a vida para  Mikhail. Claro que nem tudo é moleza e muitos problemas aguardam nossos protagonistas, deixando-os em uma sinuca: será que dois mundos tão diferentes conseguem uma conciliação e vivem em harmonia? E como fazer, já que Raven é humana e há um detalhe: as humanas que sofreram a tentativa de se transformarem em cárpato ficaram loucas e mortas vivas que sugam sangue...

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