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quarta-feira, 19 de junho de 2013

É o primeiro livro que leio do James e o motivo é que nenhum outro havia me chamado a atenção até Bruxos e Bruxas. Aliás, a propaganda que a editora Novo Conceito fez para esse livro foi enorme, coisa de outro mundo. Vamos aos meus apontamentos sobre a obra:


Sobre a história: Pense no Nazismo. Traga-o para os dias atuais, troque os judeus por acusados de bruxaria e... boom! Terá Bruxos e Bruxas. Ok, darei mais detalhes:
A Nova Ordem é o comando supremo no país e pega qualquer jovem de até 18 anos que ache suspeito de bruxaria para trancar em uma cela. De lá estes jovens não saem a menos que se rendam e renunciem toda a vida anterior. Passam fome, frio, são torturados de algumas formas. Razão? Pois é, ainda estou tentando encontrar... Esta Nova Ordem tem como líder O Único que é O Único, um cara, digamos, nada confiável.

Whit e Wisty Allgood são irmãos e tiveram sua casa invadida no meio da noite pela Nova Ordem – que nada mais é do que uma espécie de novo governo que não aceita pessoas diferentes. Os Allgood são estas pessoas, acusados de bruxaria e isso é condenável com morte.
Não fica bem explicada a razão para tanto ódio contra quem (supõe-se que) tem poderes mágicos, ainda mais com especificação de idade (até 18 anos) então eu fiquei um pouco perdida.  Gosto daqueles livros que trazem uma história louca, mas que explicam todas as ações e razões nos mínimos detalhes, para que seja tudo crível (por exemplo, em Jogos Vorazes), caso contrário, fica tudo vazio, sem argumentos.

Falando em Jogos Vorazes, a nossa garota Wisty lembra muito a personagem Katniss, por seu jeito nada meigo e muito prático. Enquanto Whit tem um senso de humor até que bem razoável. Logo no início o leitor percebe que a Wisty tem alguns poderes, mas ela se recusa a entender e aceitar o fato – isso faz os dois irmãos um pouco lerdos, e isso fica chato. Em tempo: Whit ainda não demonstrou todo o seu potencial, quem sabe na sequência?

Nas celas, enquanto aguardam julgamento d’O Único que Julga (sim, tem O Único para cada coisa), os dois irmãos encontram crianças em situações piores que as deles, mostrando que a coisa pode esquentar ainda mais! Neste momento, há uma visão dos prisioneiros desse sistema, mostrando que eles também não entendem porque estão ali.

Tenho que falar de um fato interessante: o livro não conta com cenas românticas. Whit até tem uma namorada, mas não há foco algum em romance, então é um livro bem genérico. Ainda mais: a obra conta com pontos de vista intercalados entre os dois irmãos, então tanto garotas quanto garotos não ficarão chateados em nenhum momento, pensando que possa ser um livro específico para um gênero.

A obra inicia com a cena final, e então voltam no tempo para explicar o que aconteceu para chegar naquele estágio. Isso eu achei bem legal. A capa “queimando” tem tudo a ver com a história. Os capítulos são curtinhos, o que dá velocidade e leveza.

Em tempo: Os autores citam filmes e livros que são tidos como proibidos pela Nova Ordem, porém alteram os títulos, o que ficam muito legal, como o caso de “A Invenção de Hugo Genet” e “O Ladrão de Trovões”, fazendo referência às obras “A Invenção de Hugo Cabret” e “O Ladrão de Raios”, respectivamente. Muito boa esta interação.

Não foi o melhor livro do ano para mim. Teve tanto auê que eu pensei que seria uma coisa maior. Mas não posso dizer que ele é ruim, porque estaria mentindo. Levando em conta que é início de uma série, então as coisas são mais enroladas, em meu conceito, em uma escala de 1 a 5, Bruxos e Bruxas fica com:


4

sábado, 27 de agosto de 2011

Sinopse:
Alex Cross está diante do criminoso mais cruel que já enfrentou.
Quando o detetive Alex Cross é chamado para investigar um caso de assassinato, depara-se com a cena de crime mais terrível que já viu em toda a sua carreira: uma família inteira foi morta dentro de casa. Tudo fica ainda mais chocante quando ele descobre que uma das vítimas é Ellie Cox, sua ex-namorada dos tempos de faculdade.
Furioso, Cross decide pegar o assassino a qualquer custo.
Logo depois outro crime acontece, novamente envolvendo uma família inteira, só que dessa vez alguns membros dela estavam nos Estados Unidos e outros, na África. A investigação leva a crer que o assassino, conhecido apenas como Tiger, viajou para a Nigéria. Sem hesitar, Cross vai atrás dele.
O detetive entra numa caçada implacável, numa terra sem lei.
Ao chegar lá, Cross se vê diante de um terrível cenário de miséria, violência e guerra civil iminente. Sem nenhuma ajuda, ele se envolve numa luta contra a corrupção e contra uma conspiração que parece não ter fronteiras, que pode pôr em risco sua vida e a de todas as pessoas que ele ama.

Submarino: R$ 19,90
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