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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Suzannah está adorando sua vida nova na ensolarada Califórnia. Uma festa atrás da outra, amigos e um potencial namorado – nada menos que Tad Beaumont, o garoto mais bonito e rico da cidade. Mas, como toda adolescente, Suzannah enfrenta muitos problemas. Um em especial é só seu: os fantasmas não a deixam em paz. E ela tem até uma queda por um deles. 
Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de se comunicar com os mortos, resolver as pendências deles na terra e ajuda-los a descansar no além. É o caso de Jesse, a assombração de plantão na casa onde Suzannah mora com a família. 
Jesse é um fantasma jovem, bondoso e, acima de tudo, um gato. Mas é inatingível. Não apenas por estar morto. Aparentemente, ele não sente qualquer atração por Suzannah – ao contrário de Tad, que a convida para o seu primeiro programa a dois. 
O fato de Tad não ser Jesse é compensado por ele ser de carne e osso. E Suzannah se entusiasma com as possibilidades que o convite do rapaz representará para sua vida amorosa. Até que o mundo dos mortos se manifesta e complica tudo outra vez. O fantasma de uma mulher assassinada não larga do pé de Suzannah, que não tem como ignorá-la. Pior ainda, tudo indica que a morte dela tem relação com um misterioso passado de Tad. Para Suzannah, o que era uma chance de amor pode significar risco de vida. 

Teria sido melhor ir ver o filme do Pelé(frase inesquecível do Chaves)
Sim, esta é a minha sensação. O primeiro livro foi bem bacana. O segundo? Fui com muita sede ao pote e frustrei (ultimamente tenho feito muito isso! Lembram de O Inverno das Fadas e Princesade Gelo?)
Os personagens vocês já conheceram na primeira resenha: Suzannah e Jesse. Ela é uma mediadora e ele é um fantasma.

Continuamos sem saber os segredos de Jesse – o que me frustra e, ao mesmo tempo, me entusiasma. Sim, é contraditório, mas real. Quero muito saber o que passa ali, mas também gosto do modo com a Meg Cabot deixa o suspense sem ser forçado.
A família da Suzannah é um capítulo à parte: todos muito queridos, alegres. Incrível (inacreditável?) como em uma família com 3 adolescentes e um pré-adolescente não há nenhuma briga (eu, pelo menos, acho incrível).
A narrativa continua em primeira pessoa e flui de maneira muito leve. Basicamente está tratando do cotidiano da mediadora, sem eventos demais – a não ser pelos fantasmas, mas isso é mero detalhe. Claro, o fato de ela se meter com um candidato a vampiro pode impressionar muitos leitores, mas achei que faltou um pouco mais de ação ou suspense.

Será que eu estou atrasada nesta leitura – por eu não ser mais adolescente? Não sei, mas vou continuar lendo os demais e vou contar tudinho para vocês!

Pontos Negativos: Há certa repetição de fatos em comparação ao primeiro livro. Não acontecem muitos eventos, ou pelo menos não ocorre nada que vá influenciar (aparentemente) no futuro.
Pontos Positivos: Está começando a rolar um clima mais real entre nossos protagonistas. Está mais palpável. O humor de Suzannah continua ácido. Também gosto do fato de ela ser uma adolescente bem resolvida.


sexta-feira, 5 de outubro de 2012


Suzannah é uma adolescente aparentemente comum que tem um problema com construções antigas. Não é para menos. Afinal, muitas dessas casas velhas são assombradas. E Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de ver e falar com fantasmas para ajudá-los a descansar em paz. É claro que esse dom lhe traz muitos problemas. Mas nem ela poderia saber a gravidade do que encontraria ao mudar-se para Califórnia. 

Eu comprei a coleção de “A Mediadora” em uma super promoção do Submarino (realmente estava imperdível!).


Bem, a história de A Terra das Sombras fala de Suzannah, uma adolescente que consegue ver (só ela consegue) os espíritos de pessoas que desencarnaram e não conseguiram ir para a paz (falo assim por que nem a nossa querida mediadora sabe para onde vão!). Sua mãe se casa novamente e ela se muda de Nova York, para uma nova casa com sua nova família (o padrasto com seus três filhos) na Flórida.
A casa onde vão morar é antiga (ela tem pavor de lugares antigos) e Suzannah fica com o melhor quarto (que tem vista para o mar), mas tem vista também para um fantasma que mora ali, bem no quarto. Seu nome é Jesse, ele é muito bonito e tem sotaque espanhol (Hermosa!).
Ao entrar no novo colégio, Suzinha sente o cheiro de encrenca! Depara-se com um espírito de uma garota que estudava ali (e tirou a própria vida por motivo fútil), e se vê na obrigação de mandá-la para onde quer que seja o destino da garota. Porém não vai ser fácil (claro que não!).
Ainda ela começa a ter uma quedinha por Bryce, ex-namorado da morta em questão. Aí sim a coisa complica. Ainda temos uma quedinha de Jesse por ela – e então o começo de um triângulo amoroso (fraco na verdade, por enquanto).

O que posso dizer dessa série que é amada por tantos? É adolescente! Exatamente como traz a proposta. Não vi nada demais nas cenas.
A narrativa é leve, dinâmica, rápida e bem-humorada. Como é um tema não muito utilizado na literatura juvenil, considero a obra interessante.
Suzannah é uma adolescente de 16 anos, fútil, egocêntrica e metida a rebelde. Mesmo assim conquista a simpatia do leitor. As demais personagens não são muito exploradas (espero que seja somente por enquanto). A família é típica de um comercial de margarina, onde todos estão felizes e em harmonia – em uma fase de adaptação sem stresses. Jesse é pouco citado, então não dá para ter muita noção de sua personalidade. Bryce é tido, inicialmente, como o bonitão fútil, mas a autora o mostra como interessante, passional e fofo.

Não houve cenas exatamente românticas, porém quando houve uma aproximação mais efetiva entre personagens (principalmente Jesse e Suzannah), senti que foi um pouco forçado.
A narrativa é estruturada em parágrafos curtos/medianos de modo que a obra se torna de fácil leitura e assimilação.
Como eu disse, é um livro adolescente. Então não dá para exigir demais – não estou falando pejorativamente. Apenas o que esperar de um livro teen? Exatamente uma leitura não cansativa! Como em A Mediadora - A Terra das Sombras.

O que eu mais gostei: Da temática. Nunca tinha lido uma obra onde houvesse um mediador. Ou pelo menos, com citações leves e engraçadas (a Suzannah tem o humor levemente ácido).
O que eu menos gostei: Da falta de descrição de personagens. Os senti um tanto vagos, de forma que não identifiquei suas personalidades, realmente. Será que foi intencional? Bem , só saberei após ler os demais, não é?

Bem, a leitura é recomendada sim! Livro leve, rápido e teen. Se você gosta disso, vai aprovar A Mediadora - A Terra das Sombras.

Ps: Ainda bem que a editora trocou as capas. As originais eram muito feias!

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