Mostrando postagens com marcador Guilherme Abiezer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Guilherme Abiezer. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Mais um leitor do blog que resolveu compartilhar uma leitura conosco. A primeira vez foi a leitora Ana Paula, agora quem traz sua opinião é o Guilherme Abiezer (ele fazia parte do blog, lembram?).

Bem, vamos ao que ele fala, afinal, este post não é meu!


"E ae galera, eu ainda não terminei de ler O Rebelde, na verdade. Faltam umas 110 páginas para o fim, mas posso dar uma opinião sobre.

Fiquei muito na sede de comprar esse livro quando descobri que a Fantasy iria publicá-lo por aqui, pois trata-se da história de um personagem que admiro demais e deixou sua marca na história, William Wallace!

O que acontece é que: O livro é narrado em primeira pessoa, só que, porém, não é narrado pelo próprio William, e sim pelo seu primo mais próximo, Jamie. Este fato torna a leitura um tanto menos atraente, o que está fazendo com que eu demore demasiadamente para chegar ao fim, por que não é muito interessante ver a história na vista de seu primo, por uma série de fatores que não convém dizer, evitando spoilers.

Porém, não é um livro ruim, e ainda creio que possa ter um final para dar um up na história. É um livro interessante apenas para quem gosta muito de William Wallace, por que caso contrário, creio que a maioria abandonará o livro antes de chegar na metade.


Um abraço :) "


Guilherme, obrigada por compartilhar sua leitura conosco! E acho que não leria este livro mesmo!


Se você quer compartilhar também, clique no link ao lado e nos diga o que está achando de sua leitura!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012


Eu ainda estou vivo.
Não sei por quanto tempo minha sanidade ainda caminhará ao meu lado, talvez ela morra antes da minha esperança, ou talvez sejamos todos queimados juntos.
Nós saímos do presídio de segurança máxima divididos em dois grupos de quatro pessoas, não sei dizer que horas saímos, menos ainda que horas são agora por que há muito eu perdi noção do tempo. Tudo é uma mistura de cinza e vermelho lá fora, não há sol, não há lua, apenas o fogo que consome o céu. Deus, tenha misericórdia de nós.
Thomas ainda está comigo por que um dos médicos que foi designado a fazer parte do meu grupo é especialista em operações para retirar balas dos outros. Não sei se isto interessa a vocês mas o médico se chama Nilton, e acho que o outro soldado carrega o nome de Augusto Cruz, não me lembro bem por que nomes não são importantes aqui.
Se você está lendo esta carta é por que é um sobrevivente, e tenha fé que nós iremos sair daqui, eu tenho fé, ainda que seja um resquício dela dentro de mim. Você pode escutar os gritos do lado de fora? Em quanto corríamos para cá eu acho que vi uma silhueta humana perdida num beco próximo, creio que era uma das bruxas que caminham do lado de fora, os risos delas são estridentes e perturbadores como as garras frias do medo. Você está seguro aonde está, não se preocupe. Procure dentro da gaveta da cômoda à da cela 03, aí há o resto do meu alimento que deixei na esperança que lhe fosse útil, eu realmente estou passando fome aqui, por isso peço que coma como se fosse sua última refeição.
Nós estamos esperando a chuva do lado de fora passar, achamos uma casa abandonada em quanto rumávamos para o sul, dizem que lá há uma espécie de forte onde há estocagem de comida, ouvi Thomas comentar algo antes de sairmos do presídio, e ele disse que alguém tinha dito isso para ele através do rádio que voltara a funcionar. Não perca as esperanças amigo.

Se você estiver rumando para o sul também peço que não tome o mesmo caminho que meu grupo tomou, olhe pela janela e você vai ver um prédio alto e destroçado, ainda deve ter demônios voando ao redor dele, eles sempre estiveram aí. Bem, ao invés de seguir pela direita deste prédio vá pelo outro lado, passe pela pilha de carros queimados e suma no horizonte sangrento, eu sei que após um tempo haverá uma longa avenida, e é esta avenida que você deve descer para chegar aonde iremos.
Nós seguimos pela direita e encontramos morte, há um número incontável de filhos do inferno espalhados por esta rua, foi horrível vê-los, mesmo de longe, eles se digladiam e se dilaceram, raça contra sua própria raça, e o fedor de enxofre é tão forte que eu vomitei minha comida, e depois vomitei sangue. Por isso tivemos que voltar.
Lembre-se, não vá pela direita, nós vamos sair daqui a meia hora mais ou menos, vamos encontrar o outro grupo de soldados em algum lugar à frente, eu não sei direito, não chore, não desista, não se abandone, lembre-se que Deus é por você e que este inferno não poderá prevalecer, tenha esperança meu amigo.
Ainda há esperança.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012


Fala galera bonita!! Como estão?
Hoje se inicia uma série de posts um pouco diferentes do que vocês estão acostumados, então por favor, não me mandem cartas dizendo que eu estou afundando o blogue !?  espero que vocês leiam com apreço demasiado haha

O que acontece, na verdade, é que minha querida chefe permitiu que eu postasse alguns contos produzidos por minha linda pessoa, por tanto, o que se inicia agora é um holocausto de más intenções, forrado com pitadas de sangue e honra  conjunto de contos e/ou minicontos que serão postados diariamente quando eu tiver tempo.
Certo? Achei que sim, então vamos lá.

O primeiro conto é na verdade um Diário de Guerra que estava desenvolvendo para um blog pessoal, resumindo um pouco, é a história de um adolescente que se enfiou não por vontade própria num batalhão armado no meio de uma guerra pós-apocaliptica. Ao contrário de todos os outros, este jovem acredita que há mais pessoas vivas, e por isto ele deixa cartas mostrando por onde passou, dando dicas, e, além de tudo, esperança para estes possíveis sobreviventes.

Sem mais rodeios seres de mentes pensantes e corações pulsantes. Sejam muito bem vindos, estas são As Cartas de Willian Guerra, e espero que leiam, amem, e me mandem mais cartas com dinheiro dentro  gostem!

Carta aos Sobreviventes – 11.10.2012

Olá, meu nome é Willian T. Guerra e sinceramente não sei se o que estou fazendo vale de alguma coisa,está cada vez mais difícil escrever em meio a esse pandemônio e eu não sei se vou conseguir terminar a próxima palavra.

O fogo lá fora continua a cair dos céus, e a qualquer instante podemos ser todos mandados pelos ares, há feridos em meu batalhão, faz dois dias que não comemos nada e a reserva de água provavelmente acabará ao alvorecer.
Não faço ideia de quem está lendo esta carta agora, mas sinceramente, eu gostaria que soubesse que Eu te amo, não importa seus feitos e defeitos ou suas obras do passado, Eu te amo. Talvez você não entenda isso agora, talvez você nunca entenda, mas quando estamos perto da morte nós descobrimos que todo ser humano precisa de alguém que o ame de verdade, que segure sua mão e lhe dê um abraço amigo, que te tire da sarjeta e limpe a merda que você fez. Todos nós temos um fardo a carregar e, infelizmente, não são todos que conhecem o meu Deus, e é por isso que se agarram em coisas tão pequenas na vida, mas quando se está cara-a-cara com o demônio é que você percebe o verdadeiro amor dos outros.

Parece até absurdo o que estou fazendo,atrás de mim têm um cara caído, o Thomas, ele foi atingido por um tiro de Ruger Redhawk .44 bem na perna ontem a noite, e ele ainda grita bastante de dor, deve ter rompido muitos ligamentos e os médicos não têm muita esperança de que ele volte a andar. Ao meu lado os soldados engatilham as armas, conferem munições e equipamentos, relembram ordens e pensam na família, e eu aqui escrevendo toda essa merda pra vocês, não parece haver muita glória nisso, mas, de fato não há mais glória neste mundo.
Vocês deviam ver como as pessoas mudam nessas situações, elas se revelam quando pisam no campo de batalha, quando são obrigadas a escolher entre salvar a própria vida ou a vida de seu companheiro, aí vemos seu real valor, vemos quem é amigo ou inimigo. Já me acostumei com o sangue derramado, também tive que me acostumar a derramá-lo, atirar a queima roupa e em criaturas desprevenidas têm se tornado rotina pra mim nesse último mês, e por Deus, queira você nunca precisar fazer isso.
Para que você saiba um pouco sobre o que está acontecendo vou redigir nesta carta, e espero que você possa nos ajudar da forma que puder, pois estamos sozinhos nessa.
Somos um batalhão separado do exército brasileiro, treinados única e exclusivamente para caçar e eliminar as criaturas que vieram, todos desconfiam que as bruxas que voltaram estão no controle, e que seria preciso somente matá-las para que todo este inferno acabasse, pelas ruínas de minha cidade encontrei alguns que disseram ser o fim dos tempos, o juízo final onde as portas do inferno se abririam e todos os demônios caminhariam pela terra, eu não duvido que esta possa ser a verdade, e se for, que seja eu arrebatado para não sofrer mais, mas não sei se você se preocupa realmente com isso.
Estamos a um mês confinados numa espécie de presídio de segurança máxima, saímos pouco daqui por que lá fora é perigoso, mas já tivemos êxito em duas caçadas, o primeiro fora uma espécie de homem descarnado com garras no lugar das unhas, o segundo era como um demônio de chifres curtos, rápido como um leopardo, e sim, eu ajudei a capturá-los, desde que estou aqui meus sentidos foram obrigados a se desenvolver, ás vezes acho que estou louco por que aos poucos eu perco o senso, algumas vezes me peguei em completa fúria do "lado de fora", correndo e atirando em cada filho do inferno a minha frente, e é isso o que essas situações fazem com as pessoas, tira parte de sua sanidade, mas isso é justo comigo? Foi realmente justo? Ser jogado aos dezesseis anos no campo de batalha em meio a soldados de verdade? Ter de caminhar por mortos e carregar seus túmulos, ter de enterrar corpos e atirar em alguém, não era o futuro que eu tinha para mim, isso não estava nos meus planos.
Mas o perigo estava em nossa porta, eu entendo, houve uma onda de rituais envolvendo sacrifícios humanos, a polícia começou a investigar mas nunca chegaram na conclusão da missão, então tínhamos que surpreendê-los de alguma forma, assim o exército foi mandado para São Paulo, onde o foco de sacrifícios e criaturas começou a surgir, e como éramos poucos os alistados, e muitos os ineficazes, qualquer garoto de dezesseis anos, que não fosse o único homem da família teria de ser incluso ao exército. Assim eu vim parar aqui, mas não vou mais ficar me lamentando, aliás à muito eu não o fazia, mas melhor ter minha vida arriscada na guerra para salvar a pátria, do que a do meu querido pai, que já está muito velho e doente, ou do meu querido irmão, por nada nesse mundo desejaria que eles tivessem vindo em meu lugar, e sei que se orgulharão da minha morte nestes campos.

O céu está escuro de fumaça lá fora, geralmente há redemoinhos de fogo que se misturam nas nuvens e cospem chamas na Terra, tudo parece ter sido dominado pelas bruxas e suas crias, eu já vi um destes redemoinhos uma vez, e por Deus, espero ter sido a última.

Thomas continua gritando, e os soldados ainda fazem suas malas para o próximo ataque, nós vamos para o sul, onde há uma concentração de comida em reserva. Vamos atacar, matar e pilhar o que encontrarmos, Deus tenha misericórdia de nós e proteja nossas almas contra o mal, mas sairemos para matar.

Este é apenas um breve relato do que aconteceu desde que chegamos aqui, a guerra está apenas no começo e creio que muito sangue ainda vai ser derramado, acho que verei muitos amigos morrerem e muitos nos matarem com um punhal nas costas, por que irão preferir se juntarem ao lado que parece mais forte, mas eu entendo por que isto é o inferno, isto é guerrear e como já disse não vou ficar me lamentando. Eu sou Willian Guerra, escrevendo do presídio de segurança de São Paulo para dizer que, Eu te amo, e ainda tenho esperança.

domingo, 7 de outubro de 2012


Sherlock Holmes – Ou o homem das mil faces

Olá, seus lindos ;D

Quem nunca ouviu o nome “Sherlock Holmes”? Quem nunca disse “Elementar, meu caro Watson”? Quem saltou do alto do muro de Berlim gritando Desordem ou Regresso?
Pois é, uma grande gama da população já se pegou dizendo estas palavras, mesmo que porventura não soubesse sequer a origem da mesma. Para estas e outras tantas pessoas eu dedico este post! Por que como já dizia o detetive, para uma mente ampla, nada é pequeno! (não tem nada a ver ter essa frase aqui, só achei que seria legal)

Sherlock Holmes é o mais conhecido detetive fictício (sim, ele não é real, desculpem) criado pelo brilhante Arthur Conan Doyle, que além de seus trabalhos de ficção científica, já escreveu novelas, peças, romances, obras não fictícias, enfim.
Sherlock Holmes apareceu pela primeira vez no ano de 1887, trinta e três longos anos antes de Hercule Poirot dar as caras em O Misterioso caso de Styles, o que faz de Holmes um primogênito no mundo da literatura criminal.
Em suas primeiras aparições, as aventuras de Holmes eram narradas por um doutor de nome também conhecido, John H. Watson, amigo do detetive que o descreve como “boêmio” em seus atos. Holmes é um homem excêntrico, sem dúvidas, tem um estilo metódico e lógico, primeiramente ele gosta de fazer anotações sobre todas as coisas que lhe chamam atenção, e por ter certo receio de queimá-las, suas anotações geram montes e mais montes de papel acumulado. O que para muitos pode parecer um caos, para a mente de Holmes funciona como uma bagunça arrumada (muitas pessoas vão se identificar com isso, eu sei).
Uma das características principais de Holmes é sua inteligência da média humana, o que eleva seu ego tão alto quanto possível, e por muitas vezes acaba sendo arrogante, tem prazer em mostrar sua linha de raciocínio quase inalcançável quando dirige a palavra a pessoas menos politizadas.
Por vezes Sherlock Holmes pode ser visto como um homem frio e calculista, que sempre possui uma opinião formada para tudo, e além de tudo um tanto solitário, ou apenas anti-social. O que pode ser que tenha gerado o apreço constante pelas drogas e pelo tabaco (mas não tenho informações precisas quanto a isso). A questão é que, o uso de drogas que causam dependência é muito presente em seu dia a dia, ele acredita que o uso da cocaína estimula o cérebro, e isto pode ajudar muito quando não está conseguindo usá-lo de forma benéfica, mas não é só isso. Holmes é viciado em tabacos, cigarros, charutos e cachimbos, além de morfina. Para ele tais drogas não lhe causam problema algum, tanto é que uma das imagens mais famosas do detetive mostra sua silhueta, seu bigode, chapéu e cachimbo.
Os métodos de Holmes são dedutivos e de raciocínio coerente e pouco fora de lógico, ele traça uma linha e segue ela até que todas as coisas lhe provem o contrário, caso haja possibilidades de dar certo, ele não para. Uma de suas frases que esclarecem seu método de pensar é: “Quando você tiver eliminado o impossível, aquilo que permanece, ainda que improvável, deve ser a verdade”
Os pensamentos de Holmes são difíceis de se acompanhar, tanto por outros personagens quanto pelos leitores, que, caso o próprio protagonista não explique como ele chega a uma determinada solução, ninguém mais poderia deduzir aquilo, o que por um lado é muito bom, pois mostra sua personalidade.
Um dos pontos muito fortes que Doyle faz questão de destacar no detetive é sua aptidão para o disfarce e para a atuação, Holmes é um artista, ele simplesmente não se veste de outra pessoa, mas por ser muito inteligente ele é capaz de reproduzir hábitos, vozes e sotaques tão parecidos que quase ninguém (não me lembro de alguém tê-lo descoberto) o reconhece.

O que podemos tirar de Holmes é seu brilhantismo, seu gosto incalculável pela solução de problemas, seu gosto pela química, tanto para auxiliá-lo na resolução de casos quanto por puro hobby, e sua personalidade forte e marcante, tanto isso é verdade que grande parte da população mundial, da qual puderam ter algumas obras de Arthur Doyle traduzidas para seus idiomas, acreditava que Sherlock Holmes era de fato um detetive real, uma personalidade que caminhava pelas ruas noturnas e solucionava casos inimagináveis, alguém intocável. Doyle, ao contrário de Agatha Christie, conseguiu fazer um personagem parecer tão real a ponto das pessoas não terem certeza de sua existência ou ficção. É claro que talvez isso não seja visto com bons olhos perante alguns escritores, mas para mim, particularmente é, e muito. Pois é como eu sempre digo:
Nós somos personagens coadjuvantes de heróis que nós mesmos criamos!
Conan Doyle

Então pessoal, espero que tenham gostado do post, tentei apresentar o Holmes de uma forma clara (o máximo que consegui) e sem muitos rodeios, pois o personagem é muito característico, e sua personalidade faria com que eu ficasse horas descrevendo as particularidades minuciosas desta figura!

Por fim, agradeço a todos! Até o próximo post, beijos ;)


Algumas frases de Sherlock Holmes
  • Você vê, mas não observa.
  • Eu sou um cérebro, Watson. O resto é mero apêndice
  • "Que melhor lugar para começar uma guerra do que uma conferência de paz."
  • Sua vida não lhe pertence não ouse tira-la.
  • "Se não houver recompensa após a vida, então o mundo é apenas uma brincadeira cruel"

Dicas de livros

quinta-feira, 4 de outubro de 2012


Bem Vindos!!!
Como eu disse (e não podem falar que eu não avisei) vocês se depararão com novos posts neste lindo meio de comunicação auto-intitulado “RLeitora”! E para esta primeira aparição trago-vos a tona dois grandes personagens fictícios criados por duas figuras altamente notáveis no meio da Escrita. E estes são:

Hercule Poirot x Sherlock Holmes – Parte I

O intuito, na verdade, não é ficar fazendo uma comparação entre ambos, mas sim mostrar um pouco mais de suas características, história e formas de agir e de pensar. O post será dividido em duas partes, ok!? Pois bem, sem mais delongas, vamos começar e, se não tiverem sido manipulados por estes dois investigadores ao terminar o post, contribuam com suas opiniões!

Hercule Poirot – Ou o homem das células cinzentas

Hercule Poirot é um dos personagens fictícios criado pela escritora Agatha Christie¸ nascida em meados de 1980 em Torquay.
Poirot é descrito como um homem de idade avançada, vindo de uma família não muito rica na Bélgica. Não sei ao certo quando ele se tornou detetive, mas apareceu pela primeira vez já atuando como um no livro “O Misterioso caso de Styles”, lançado em 1920, que foi traduzido para Portugal como “O Primeiro Caso de Poirot”.
Poirot provavelmente vem de uma família religiosa, tendo seu caráter formado pelos ideais da Igreja Católica Apostólica Romana, em seus primeiros casos Agatha o faz como um detetive “convencional”, ou seja, um detetive que se baseia muito em pistas e depende da lógica para resolver seus casos. A escritora afirma que, quando começou a escrever sobre ele, ainda estava tendo muita influencia das tradições de Sherlock Holmes, desta maneira Poirot ainda não tinha uma característica única.

Hercule nunca foi um detetive de se envolver em muita “ação”, ao passar dos anos foi obtendo sua própria forma de agir e de pensar, procurando muito mais a natureza da vítima ou a psicologia do assassino em questão.  Os métodos de Poirot são baseados em simplesmente fazer as pessoas falarem¸ o que de fato não é nada fácil. Quando tem um alvo o detetive procura fazer com que este despeje  toda a história para, como ele diz, “um pequeno homem com quem conversou somente alguns minutos”. Creio que isto já explica por si só o grande poder de persuasão que possui.
Muitas vezes Hercule Poirot opta por fazer as pessoas pensarem que ele é um homem desprovido de esperteza perspicaz. Uma de suas falas das quais deixa isto bem explícito é: “É verdade que posso falar o Inglês idiomático, mas meu amigo,é uma vantagem enorme falar o inglês quebrado. Ele faz com que as pessoas desprezem você e pensem que você não é nem capaz de falar o inglês correto.”

Uma de suas características é que, ao resolver um caso, Poirot tem o hábito de reunir todos os envolvidos na história e explicar-lhes o raciocínio que usou para desvendar o caso, revelando assim que o assassino é uma das pessoas entre eles.
Enfim, Hercule Poirot já fez parte da polícia belga quando adulto, fugiu da Bélgica durante a I Guerra Mundial, se refugiando assim na Inglaterra, aposentou-se da polícia e se tornou um agente independente, viajou a Europa e o Oriente Médio desvendando crimes e assassinatos, dentre outras grandes façanhas obtidas pela figura notável criada pela grande escritora.
Poirot é um dos destaques no meio investigativo, e com certeza vale a pena tomar um livro da querida Agatha Christie para ler.


Frases marcantes de Hercule Poirot

  • Uso apenas as células cinzentas. A sorte, deixo-a para os outros”
  • A imaginação é um ótimo servo e um péssimo mestre. A explicação mais simples é sempre a correta”
  • Quando se confronta com a verdade alguém que está mentindo, ela é costumeiramente aceita, muitas vezes sem surpresa.

Dicas de livros de Agatha Christie:

  • O Assassinato de Roger Ackroyd
  • Treze à Mesa
  • Assassinato no Expresso do Oriente
  • Morte nas Nuves
  • Assassinato no Beco
  • Encontro com a Morte
  • Os Elefantes não Esquecem
  • Cai o Pano 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Olá pessoal! É com grande alegria que venho apresentar o novo colaborador do blog! Sim, por que colunista com data fixa ninguém merece! É melhor postar quando tem assuntos realmente interessantes, do que por obrigação, certo? Certo!

Então sem demoras, vamos conhecê-lo?


"Saudaçõess senhoras e senhores do RLeitora!
Meu nome é Guilherme Abiezer, estudante de publicidade e propaganda e aspirante a muitas coisas, (acreditem, muitas mesmo) e não por coincidência que hoje estou aqui.

Vocês devem estar se perguntando "What the hell are you doing here?". Pois bem, é com muito prazer que informo a vocês que sou o novo presidente senior da blogosfera mundial estagiário do blog Resenhas de uma Leitora!
Isso mesmo!
Por vezes vocês poderão se deparar com alguns posts redigidos por mim, estes falarão sobre filmes, livros, séries e artigos da cultura nerd em geral, enfim, tempos difíceis virão coisas interessantes virão!
Um pouco de mim: Quanto a literatura, gosto de autores geniais, nada de escritores que pegam sub-temas de livros famosos e fazem sucesso em cima disto (não que isto seja errado). Gosto de Stephen E. King, Richard Matheson, Leonel Caldela, Eduardo Sphor, Howard Lovecraft, Tolkien, Martin, bernard Cornwell e alguns outros destaques incomparáveis. Sou apaixonado por publicidade e propagandas, rico e quase um escritor. Enfim!
Estou feliz que minha chefe tenha me contratado e confiado que, como estagiário, eu não vá fazer nenhuma cagada suprema do tipo tirar o blog do ar para sempre.
Pois é, estagiários fazem estas coisas, vocês sabem.
Haha


Bom pessoal, é um prazer poder contribuir pro sucesso do blog, espero que participem e opinem constantemente, e que me enviem envelopes com dinheiro dentro.
Obrigado pessoal, valew chefe ;)"


Valeu Gui! E eu já disse que não sou chefe hahaha! Esperamos seus posts ansiosamente!
Assine nosso Feed! Skoob! Siga-nos no Twitter! Facebook!