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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Livro que eu peguei emprestado da minha amiga Ju! Valeu nega!

Gerry e Holly eram namorados de infância e ficariam juntos para sempre, até que o inimaginável acontece e Gerry morre, deixando-a devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas nas quais Gerry, gentilmente, a guia em sua nova vida sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca.

Definição: EU!
Vi o filme há muito tempo, então não me recordo muito do que passava – o que foi positivo, a meu ver, já que pude ler a obra sem ficar lembrando dos acontecimentos – ok, confesso! Fiquei lembrando do Gerry que foi interpretado pelo lindo Gerard Butler! * suspira*

O livro, situado na Irlanda, começa contando sobre o luto de Holly – que perdeu seu jovem marido Gerry, em razão de um câncer no cérebro. Gerry deixou uma lista de coisas para Holly fazer após sua morte – coisas triviais com as quais eles brincavam quando ele ainda vivia, como por exemplo: ela deveria comprar um abajur para não tropeçar no escuro do quarto. São 10 cartas que ele faz para Holly, direcionando a vida da amada. Ela as recebe de uma vez só, com a instrução de abrir uma a cada mês (que agonia, né?)

Por que eu coloquei como definição a palavra EU? Não, não tem nada a ver comigo. É a Holly que adora esta palavra e variações: EU não superei. EU não consigo. É difícil para MIM. Veja o MEU lado.
Holly é um egoísta. Ok, ela está sofrendo por que seu grande amor, sua alma gêmea morreu, e isso eu posso compreender. Até passar 10 meses sofrendo e chorando, eu consigo compreender. Mas se sentir mal quando suas melhores amigas resolvem seguir suas vidas? Isso eu não compreendo. Não entendeu? Calma!

Holly tem duas melhores amigas: Sharon e Denise – que dão apoio incondicional e a qualquer hora para a amiga que perdeu seu amor. Porém quando Sharon descobre que está grávida e Denise anuncia que vai se casar, Holly fica em estado depressivo. Se fecha, não quer falar com as amigas, acha injusto. Para mim, injusto é o que ela faz.
A família de Holly é normal, com problemas normais. Uma irmã inconsequente, um irmão preferido, um irmão chato e um irmão folgado.

Em favor da Holly eu tenho que dizer que quando ela está de bom humor, ou conversando com alguém alegre, ela é muito divertida. Ri em muitas passagens dela e do amigo Daniel (um amigo que ela conheceu por intermédio de um de seus irmãos). Aliás, Daniel me surpreende no final.
Melhor, o livro me surpreendeu no final. Nunca esperava que o rumo tomado fosse aquele. O livro tem os capítulos bem divididos, deixando o leitor bem a vontade durante a leitura.
De maneira geral, é bem escrito.

Pontos Negativos: Holly é egoísta e vive em um mundo a parte. Pareceu-me “morna” na maioria das passagens. Nem furiosa, nem calma. Nem cheia de sentimentos, nem vazia. Só morna.

Pontos Positivos: Os amigos de Holly fazem de tudo para animá-la, e em muitas vezes, conseguem. E olha que as festas são cheias de diversão e piadas ótimas!

Estrutura do livro é nota 10. O enredo é 10 também. Apenas o que me incomodou foi o egoísmo de Holly – talvez por nunca ter perdido alguém tão próximo.


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