Segundo
volume da saga Percy Jackson e os Olimpianos, O Mar de
Monstros narra as novas aventuras de Percy e seus amigos na busca do
Velocino de Ouro, o único artefato mágico capaz de proteger o Acampamento
Meio-Sangue da destruição.
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É com
essa missão que ele e outros campistas partem para uma eletrizante viagem pelo
Mar de Monstros, onde deparam com seres fantásticos, perigos e situações
inusitadas, que põem à prova seu heroísmo e sua herança. Está em jogo a
existência de seu refúgio predileto e, até então, o lugar mais seguro do
mundo para eles.
Antes de tudo, porém, nosso herói precisará confrontar um mistério atordoante sobre sua família - algo que o fará questionar se ser filho de Poseidon é uma honra ou uma terrível maldição. |
* Sobre o estilo de Rick Riordan
Rick deixou a desejar neste volume. Em comparação ao "O Ladrão de Raios", o autor baixou o ritmo, o que me decepcionou - penso que ainda estava muito ligada à obra anterior. Mesmo assim, o autor continuou escrevendo de maneira uniforme e coerente. A adrenalina baixou, não a qualidade.
* Sobre a história de O Mar de Monstros
Na continuação de "O Ladrão de Raios", Percy tem um novo melhor amigo: Tyson, que na verdade é muito mais que isso, além de ser o ciclope mais querido que há! A obra começa, efetivamente, quando Percy sonha que Grover está em perigo e precisa ser salvo. Soma-se isso, ao fato de que o acampamento está desorganizado e desprotegido, já que a árvore de Talia está envenenada. Com a ajuda da fiel escudeira Anabeth, Percy e Tyson seguem em busca de salvação: Grover - que precisa se livrar de um ciclope; e o acampamento - que precisa do Velocino de Ouro para salvar a árvore envenenada. E é aí que a aventura começa!
Um detalhe que me fez sorrir durante a obra: Percy sente, pela primeira vez, ciúmes de Anabeth. Que fofo!



