sábado, 9 de março de 2013

Dez quase amores – Claudia Lajes

Sinopse: Maria Ana, personagem do livro de estréia da Claudia Tajes, também sonha com o príncipe encantado, mas não é fanática por contos de fadas: enquanto não pinta o homem certo, ela vai se divertindo com os errados.




Olá pessoal , antes de mais nada gostaria de me apresentar, sou a Barbara e aparti de agora virei aqui sempre que o tempo deixa para compartilhar com vocês  uma das minhas paixões :a leitura; e para minha estréia resulvi falar sobre um livro que eu adoro e já li uma s 4 vezes e adoro sempre  me acabo de rir, divertidíssimo, estou falando de ‘’ dez quase amores’’ de Claudia Lajes.
Dez quase amores narra de forma cômica a vida amorosa de Maria Ana recheada de acertos erros, encontros e desencontros, uma historia de uma mulher que sonha em encontra o seu príncipe encantado mas que na realidade só se depara com sapos, uma legitima solteira em busca do amor, que a todo momento se imagina vivendo uma historia de amor perfeita.
Ao longo da vida se depara com cada figura, uma amiga minha diria ‘’ se depara com cada armadilha’’ rsrs, como por exemplo, um tal de nome Bejair, ou um que esbanja deselegância e falta de educação, medico japonês marido da vizinha grávida de óctuplos e por ai vai até mesmo um mágico eslavo que nasceu em Goiânia . Sem duvida é uma leitura agradável que consegue arrancar varias risadas. Uma historia hilária onde é contado os fracassos amorosos de forma que pareçam realmente ser algo natural e divertido.
O livro é composto de capítulos curtos onde cada um é relatado um dos us amores de Maria Ana,  ou melhor quase amores. É uma leitura simples , descontraída, uma narrativa leve.
Um dos amores que eu mais gostei e ri demais foi o 7 quase amor, onde no meio de inúmeras pessoas na praça de alimentação do shopping ela consegue se interessar logo pelo rapaz que faz o papai Noel do shopping, ela realmente sabe escolher . Já da para imaginar como foi esse relacionamento, principalmente quando o rapaz é super desinteressado quando o assunto é dinheiro e Maria Ana é capitalista.
É uma hitoria repleta de momentos engraçados, uma ótima leitura para uma tarde ou até mesmo para descontrair de algum estresse. O livro  esta na segunda edição, gostei bastante das capas, um design incrível, bastante convidativa. Então corram e procurem para ler ‘’ Dez quase amores’’  e preparem-se para doer a barriga de tanto ler.
                    Boa leitura

domingo, 3 de março de 2013


Os garotos do instituto Fairfiel, do subúrbio de Chicago, sabem que South Side e North Side não se misturam. Assim, quando a líder de torcida Brittany Ellis e o marginal Alex Fuentes são obrigados a trabalhar juntos como parceiros de laboratório na aula de química, os resultados prometem ser explosivos. Mas nenhum deles estava pronto para a reação química mais surpreendente de todas: O amor. Poderão romper os preconceitos e estereótipos que os separam?

Oi amores! Demorei, mas voltei. E já adianto que estou com vários livros lidos, prontos para resenhas para vocês. Já, já, as trago!

Mais um livro morno.

Brittany é a garota popular, inteligente, rica, que finge que tem uma vida perfeita, enquanto sofre na realidade. Todas querem ser como ela e ter o que ela tem. Além disso, é bondosa, não é egoísta, e é líder de torcida.
Alejandro (Alex) é o cara bad boy que no fundo tem coração mole e se finge de mau. É mexicano, pobre, inteligente, se preocupa com a família.
Notaram os estereótipos? É muita perfeição junta. Ninguém tem um defeito, sequer. O tempo todo é assim: os caras maus são os conhecidos do Alex ou alguma amiga invejosa da Brit. Já eles são perfeitos em todos os momentos.

Suas atitudes não condizem com adolescentes/jovens. Mas ainda não tem atitudes adultas – entendi que estão nesta transição, mas não convenceu. Não tem o calor da paixão adolescente, mas não tem a maturidade adulta. Por isso ficou morno.
Definitivamente este livro não me agradou, e a razão principal: o romance não flui.

Eu penso que se os dois personagens principais são tão perfeitos, têm admiração mútua, são interessantes e se gostam, é fácil para iniciar algo, ainda mais sendo parceiros de aula.
Maaas não! O que acontece? Mais um jogo de aposta para iniciar o romance. Ele afirma que pode transar com a patricinha e aposta a sua moto com um amigo, que diz o contrário. Aí ele acaba se envolvendo com a Brit. Sei lá, pode ser que eu esteja ficando chata, mas esta historinha de aposta não me convence, mesmo.

Quanto à capa: a menina condiz com a personagem descrita pela autora, enquanto o menino não se enquadra com o mexicano Alex Fuentes.

É claro que o livro não é péssimo! Teve alguns pontos altos também:
A autora trata da questão de deficientes. Brit tem uma irmã mais velha, Shelley, que sofreu paralisia cerebral, não anda, não fala direito. Então este tema é abordado de forma delicada, mostrando que pessoas limitadas necessitam de carinho e atenção. Ficou muito bacana a abordagem. Além disso, o final é interessante, já que traz uma emoção diferente. Também é válido comentar que a obra tem um ritmo bacana, com uma escrita simples, de rápida leitura.

A obra não entrou para minha lista de melhores livros lidos – passou longe, na verdade. Mas esta foi a minha opinião. Só lendo para saber se você vai gostar, ou não.


sexta-feira, 1 de março de 2013


Olá, visitantes do blog Resenha de Uma Leitora!
A obra na pauta de hoje traz um história que gerou certa polêmica e também possui como protagonista uma das criaturas que estão mais em evidência hoje na cultura pop ao redor do mundo. Um livro que supera o preconceito formado e traz ótimas mensagens. Um filme legal, porém retalhado, com a ausência de muitas das melhores partes do livro no qual foi baseado. Estou falando do livro Sangue Quente escrito por Isaac Marion e sua adaptação que recebeu o (péssimo) nome nacional de Meu Namorado É Um Zumbi. Sem mais delongas, vamos ao que interessa!

A História

R é um jovem vivendo uma crise existencial - ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que apenas sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos. Após vivenciar as memórias de um adolescente enquanto devorava seu cérebro, R faz uma escolha inesperada, que começa com uma relação tensa, desajeitada e estranhamente doce com a namorada de sua vítima. Julie é uma explosão de cores na paisagem triste e cinzenta que envolve a "vida" de R e sua decisão de protegê-la irá transformar não só ele, mas também seus companheiros mortos-vivos, e talvez o mundo inteiro.

O Filme

A sinopse acima é oficial do livro e totalmente aplicável à sua adaptação, porém - sempre há um porém -, não pense que temos uma das mais perfeitas adaptações aqui. Eu explico. O filme se inicia muito bem realmente idêntico ao que li, conhecemos os personagens e a história. Um grande mérito do longa é conseguir manter a curiosidade e atenção do espectador logo nos primeiros minutos, afinal, o personagem principal é um zumbi, pouco fala, pouco age, mas pensa e divaga bastante sobre seu “novo estilo de vida”. Nicholas Hoult, ator que interpreta R, é muito carismático e por conta de seu ótimo desempenho durante esse início do filme é que nos faz ter vontade de conhecer mais sobre a história e se aprofundar mais no personagem. Teresa Palmer dá vida à personagem Julie, um garota extrovertida - e meio maluquinha -, capaz de fazer até mesmo um zumbi se apaixonar por ela. Outro aspecto positivo do filme é não conter a pieguice que traz Crepúsculo, por exemplo. Posso citar ainda a excelente trilha sonora. Em contrapartida, achei o filme muito retalhado em relação ao livro, talvez para atrair um público mais jovem ou até mesmo para vender mais. Cenas chaves e fundamentais para entender o universo criado por Isaac Marion - inclusive ele também é o roteirista do filme. A direção muito interessada e interessante ficou por conta de Jonathan Levine.

O Livro
O filme é bom, mas nem tanto. Já o livro...o livro é excelente! Algo interessante, polêmico e inovador. Gosto muito de ler obras que transmitam sempre boas mensagens aos seus leitores é o caso de Sangue Quente. Quais mensagens seriam estas? Amor ao próximo, destituição de preconceitos, tolerância e uma um pouco mais clichê, porém linda, ‘o amor cura’. A ambientação em todos os estágios do livro é melhor que em sua adaptação. Os personagens protagonistas são apaixonantes tanto no livro quanto no filme. Algo que o livro possui e sua adaptação não, é o por que dos zumbis ainda continuarem a realizar atos que eles faziam enquanto eram vivos, incluindo até uma explicação para o tão polêmico sexo dos zumbis que a obra mostra. Senti falta desses elementos no filme, esses pontos são importantes para compreender toda a ideia do universo de Sangue Quente. Eu recomendo a leitura do livro para qualquer pessoa, se você gosta de romance, ele tem; se gosta de um lado mais gore, ele tem; um lado mais inovador, isso ele tem muito. Marion respeita a história dos zumbis, contudo traz algumas boas inovações que não foram bem aceitas por todos. O grande mérito do livro é ser narrado em primeira pessoa com o ponto de vista de um zumbi. Leia o livro e saberão do que escrevi - seu eu continuar vou entrar em spoilers pesados...

Livro x Filme

Talvez já tenham descoberto que prefiro muito mais o livro que o filme, não? Mas, não digo para que o assistam. Ele vale a pena, tem um humor, drama e romance muito bem equilibrado, no enredo. Além das boas atuações. Até pouco tempo eu preferia ler para depois assistir ao filme, mas isso mudou um pouco com esse filme. Ao assisti-lo fiquei com uma imensa vontade de reler o livro. Ele deixa o gostinho de querer mais da história, nisso ele é totalmente eficaz. Mais acertos que derrapadas constituem um filme bem divertido. Muitos acertos e inovações em um gênero muito visitado atualmente tornam o livro excelente e muito gostoso de ler.

Eu gostaria de saber: Vocês preferem ler o livro antes de ver o filme, o contrário ou pensam como eu “tanto faz, deste modo teremos sempre mais o que explorar de histórias que tanto gosto” ?

Até o próximo o post!


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