quinta-feira, 27 de dezembro de 2012


Dana Hathaway ainda não sabe, mas vai acabar se metendo em apuros ao decidir que é a hora de fugir de casa para encontrar seu misterioso pai na cidade de Avalon: o único lugar na Terra onde o mundo real e o mágico se cruzam. No entanto, assim que Dana põe os pés em Avalon, tudo começa a dar errado, pois ela não é uma adolescente comum – ela é uma faeriewalker, um indivíduo raro que pode viajar entre os dois mundos e a única pessoa que pode levar magia aos humanos e tecnologia à cidade de Faerie.
Não demora muito e Dana envolve-se no jogo implacável da política do mundo da magia. Alguém está tentando matá-la, e todos parecem querer alguma coisa dela, desde seus novos amigos e sua família até Ethan, o lindo garoto com poderes fantásticos com quem Dana acha que nunca terá uma chance...
Presa entre esses dois mundos, Dana não sabe bem onde se encaixa ou em quem pode confiar. Ela sabe menos ainda se sua vida um dia voltará a ser normal.

Livro recebido em parceria com a editora Universo dos Livros



Dezesseis anos, filha de uma alcoólatra e de um homem de quem sua mãe pouco falava a respeito – com exceção das vezes em que ela aproveitava da bebedeira da mãe para lhe roubar algumas informações –, Dana decide que vivera por muito tempo como babá, fugindo e responsável por encobrir os rastros que o vício da mãe deixava em suas vidas e decide ir ao encontro do pai – Seamus Stuart – em Avalon (um lugar mágico onde acontece “O Encontro dos Dois Mundos”), buscando a vida de uma jovem com problemas e responsabilidades de jovens, não de adultos. Pouco do que Dana sabia, era que sei pai era feérico. E ela, por ser filha de uma humana e um feérico, era “mestiça”... Meio humana, meio feérica/fada.

Ao chegar em Avalon Dana percebe que as coisas não seriam como ela esperava. Além de não conhecer ninguém e estar em um lugar totalmente desconhecido, seu pai não havia ido lhe buscar no aeroporto, dando espaço à sua tia Grace – que por algum motivo desconhecido decide levá-la e trancá-la em um quarto. Seguidamente no subsolo de uma padaria. Pois é.

Dana já sabia que as coisas não estavam normais, teve mais certeza disto quando durante a noite dois jovens irmãos feéricos – Ethan (com quem ela tem um envolvimento um pouco maior, se é que me entendem!) e Kim (que ostentava uma pose de durona, mas foi uma boa companheira para Dana) – foram encontrá-la e tirá-la de onde sua tia Grace lhe garantira ser um lugar de extrema segurança.

Foi com os irmãos que ela passou a ter conhecimento de coisas que ela não imaginava que existissem e mesmo sem saber muito bem em quê e/ou quem acreditar... Eles, naquele momento, eram a única coisa na qual ela poderia confiar. Até que, finalmente, conhece seu pai. Descobre, com ele, coisas que preferia não ter descoberto e afirma ainda mais seu arrependimento de ter fugido de casa. Ela era mais que uma simples mestiça. Dana era única, o último ser como ela morrera há certa de setenta e cinco anos... Isso fazia dela objeto de desejo de seres influentes naquele mundo. O mundo faerie.

Após entender O QUE (ou quem) ela era, Dana pode ter consciência de que estar sob os cuidados de seu pai – e de um grandalhão guarda-costas (Finn) – era o mais certo a fazer, mesmo que estivesse planejando uma fuga (por sua mãe, que já chegara a Avalon e prometera procurar uma clínica para se tratar caso Dana voltasse para casa).

Claramente Dana encontra muito mais obstáculos do que seria capaz de imaginar e assim, quero dizer, quase assim, passa todo o primeiro livro da série Faeriewalker (termo que, por sinal, tem tudo a ver com Dana).

Com o livro narrado em primeira pessoa (Dana), Jenna Black leva o leitor a viver as descobertas e as angústias da protagonista em simultâneo em que a mesma. As aflições, os pensamentos, a raiva, a confusão quanto à sua relação com Ethan e, inclusive, as descobertas deste novo mundo. E ao mesmo tempo em que estar lado-a-lado com os pensamentos de Dana prende o leitor, isso atrapalha um pouco a fluência da leitura. Nada proposital, claro, afinal, é tudo confuso para a Dana também!

Não havia como eu fazer uma resenha com mais crítica e menos resumo. Para mim, ao menos, o livro não foi ótimo e não foi péssimo. Digo, foi morno... Morno do início ao fim. Não consigo criticar algo que eu sei que terá uma continuação e que a estória se desenrolará lá (tá, eu espero que seja assim!). Glimmerglass foi, no geral, a Jenna introduzindo o leitor (e a protagonista) ao Mundo Faerie e deixando um gancho – até interessante – para o segundo livro (Shadowspell: O Misterioso Reino de Avalon). A revisão deixou um pouquinho a desejar, a tradução me surpreendeu com um “piriguete” (uhum, isso mesmo!) e a capa me deixa mais apaixonada a cada olhar (juro que queria um livro à altura da capa, erro meu).

xxxxxxxx

Ps.: Minha primeira resenha aqui, pessoal! Comentem - sinceramente - o que acharam! :) 
Beijo e até a próxima (que não demorará tanto! :P).
Marian Caldwell é uma produtora de televisão de 36 anos, vivendo seu sonho em Nova York. Com uma carreira bem-sucedida e um relacionamento satisfatório, ela convenceu todo mundo, inclusive si mesma, que sua vida está do jeito que ela deseja. Mas uma noite, Marian atende a porta... para apenas encontrar Kirby Rose, uma garota de 18 anos com a chave para o passado que Marian pensou ter deixado para trás para sempre. Desde o momento que Kirby aparece na sua porta, o mundo perfeitamente construído de Marian — e sua verdadeira identidade — será chacoalhado até o fim, fazendo ressurgir fantasmas e memórias de um caso de amor apaixonado que ameaça tudo para definir quem ela realmente é.
Para a precoce e determinada Kirby, o encontro vai provocar um processo de descobrimento que a leva ao começo da vida adulta, forçando-a a reavaliar sua família e seu futuro com uma visão sábia e doce. Enquanto as duas mulheres embarcam em uma jornada para encontrar o que está faltando em suas vidas, cada uma irá reconhecer que o lugar no qual pertencemos normalmente é onde menos esperamos — um lugar que talvez forçamos a esquecer, mas que o coração se lembra eternamente.
Livro recebido em parceria com a editora Novo Conceito

Primeiro vamos falar sobre a capa: a ponte ligando dois lados (passado e presente?), o cenário outonal, assim como as letras, gritam que é um romance. Não está errado, mas é muito mais que isso.
O início da obra é interessante, mostrando quem é a protagonista Marian, o que pensa e almeja. Ela pensa que tem uma vida perfeita, com um emprego perfeito, namorado perfeito – inclusive o namorado, Peter, é um chato.
Temos outra “protagonista”: Kirby, uma adolescente problema. Rebelde, não se encaixa nos grupos escolares. Tem apenas uma amiga, Belinda.
Aliás, Belinda é um caso a parte. Divertida, irresponsável, passional, está sempre se metendo em encrenca. Os momentos de mais risadas foram com ela, com certeza.
Temos mais um personagem importante: Conrad, que faz parte de todo o segredo de Marian. Ele é demais. Completamente apaixonante. #TeamConrad

Como a sinopse não revela muito sobre a história, pensei que é melhor eu não revelar mais nada, também. Já que o segredo apresentado logo no início da trama é o ponto-chave para todo o desenvolvimento da história. Então, bem, Marian tem um segredo muito bem guardado, e o que posso dizer é que Kirby faz parte deste segredo. Então quando as duas se encontram, tudo é emocionalmente contido, porém o sentimento está ali – inclusive, Marian é a mais contida.
Bem, então Marian tem que confessar o que aconteceu no passado para o namorado. A confissão é emocionante, apesar de Peter demonstrar que não se importa com Marian em relação a isso, e nenhuma consideração com Kirby. Este Peter é totalmente controlado, calculista. Só Marian que parece não ver.
Mas preciso dar um ponto para Marian, que cresce ao longo da trama e passa de fria para emocionante. Até a chegada de Kirby, está em uma zona de conforto e recua quando tentam tirá-la de lá. Como a sua vida dá um giro de 180 graus, o recuo não pode mais ser constante, e ela acaba ficando muito interessante e comovente.

O livro mostra os medos, dúvidas e atitudes inconsequentes dos jovens. Traz, ainda, os sentimentos aflorados entre filhos e pais. Mostra a busca pelo passado, respostas que teriam se perdido, aparentemente. Os dilemas jovens são muitíssimos bem abordados – inseguranças, confiança, segredos.
Li em pouco tempo, 2 dias, e tive que ter força de vontade para dividir a leitura. Ritmo ótimo. Possui um final interessante, que traz nada muito óbvio, ou o esperado de um romance.
Os capítulos são divididos entre Marian e Kirby – sempre em primeira pessoa. O que é ótimo, já que o leitor consegue ver os dois lados da moeda.

Pontos Negativos: Pensando com minha cabeça de hoje, não consigo engolir as razões que Marian tomou para fazer o que fez no passado. Mas é claro que se trata da personalidade da personagem. Fora isso (que no caso, é uma coisa mais pessoal, mesmo), não consigo pensar em pontos negativos. Este livro me pegou!

Pontos Positivos: Vários, levando em conta que o livro como um todo é muito bom. A estrutura, os enlaces, as personalidades dos personagens, o ritmo. Dá para perceber que eu adorei a obra!
Revisão e diagramação nota 10. Capricho total da editora.
Ps: Me emocionei 2 vezes para valer. Recomendo muito!

domingo, 23 de dezembro de 2012

Oi gente!
Mais uma semana que passa - sempre com a internet péssima, por isso a falta de vídeos. Sorry...

Bem, esta semana eu recebi somente um livro, e tenho que dizer que estou muito feliz com o que eu recebi. Foi um presente de uma pessoa muito especial, a Ana Paula Ramos, leitora do blog e minha amiga (eu a considero, ao menos, hehe)
Obrigada Ana pelo carinho. E este é o livro que eu queria mesmo *-*


Sim, é Assassin's Creed - A Cruzada Secreta. Estou tão feliz que vocês não tem noção *-*

sábado, 22 de dezembro de 2012

 Bom dia, gente! :) Cá estou novamente trazendo coisinhas bacanas desta última semana.
Vamos ver? o/


Há seis anos, Lucy Kincaid conheceu pela Internet um homem que parecia ser o tipo ideal. Porém, após ser atacada brutalmente no primeiro encontro, ela viu que tinha se envolvido com um psicopata muito perigoso. Contrariando o histórico das vítimas desse maníaco, ela conseguiu sobreviver.
Após anos de dor e sofrimento pela lembrança das atrocidades que sofreu, ela descobre um jeito de dar a volta por cima trabalhando como voluntária no departamento encarregado de investigar esse tipo de crime, Seu papel é rastrear pela Internet psicopatas e maníacos sexuais para que sejam presos. Porém, tudo muda quando ela descobre que vários desses maníacos, que ela ajudou a localizar, estão sendo mortos desde que deixaram a prisão, incluindo o homem que destruiu sua vida.
Algum assassino estaria seguindo seus passos? Lucy se vê envolvida em uma trama de suspense que poderá deixá-la novamente face a face com um psicopata. 




Livro recebido em parceria com a editora Universo dos Livros.

Primeiramente vamos falar sobre a capa, que não dá a ideia de se tratar de um livro policial. Mais parece um romance. A cena de um casal no meio da neve faz sentido ao longo da trama, mas não é algo que eu associei de imediato com algum tipo de suspense.
Bem, este foi um livro que bagunçou minha cabeça, definitivamente. Por mais que não seja terror, o texto não saiu da minha cabeça por diversos momentos. Há muita tensão, muitos jogos psicológicos e, logo, o leitor se vê dentro da obra, tentando desvendar o que está acontecendo e quem está por trás dos movimentos.

A obra é escrita em terceira pessoa, dando ênfase à Lucy, claro. Em alguns momentos, a autora coloca os pensamentos do psicopata que persegue a nossa protagonista, fazendo com que tentemos unir as peças para decifrá-lo. Vou admitir que tentei bancar a CSI, e por mais que tenha assistido muitas temporadas, não consegui saber quem era o dito, até a autora desvendar – inclusive chutei duas vezes, e errei feio.
Lucy, agora com 24 anos, foi enganada em um bate-papo online. Marcou encontro e acabou sendo sequestrada, estuprada e torturada quando tinha 18 anos – isso tudo online, ao vivo! Os sequestradores faziam parte de uma rede de exploração sexual que, em geral, consistia em matar as meninas ao final, coisa que não ocorreu com Lucy (obviamente, já que ela é a protagonista...). Claro que Lucy tem feridas que custam a sarar, assim como sente-se perseguida constantemente. Isso é real, ou não? Se for real, será que é a mesma pessoa que está matando os homens, presos anteriormente, que ela ajuda a localizar agora?
Então ela conseguiu superar e, em razão do que passou, fez duas faculdades: Psicologia e Ciência da Computação e estava terminando o mestrado (ao que deu para entender, já que é falado sobre o trabalho que ela fez para o mestrado). Isso tudo em 6 anos! Fora os estágios que ela fez no Senado, na Polícia e agora no IML. Bem, isso não me convenceu muito... Pouco tempo para tudo isso, não?
Durante a história aparece Sean, sócio do irmão de Lucy. É misterioso, atraente ao leitor. Possui um grande senso de justiça e proteção, principalmente em relação à Lucy.

Claro que há um romance, mas devo dizer que este fica em 2º, 3º plano. O foco é realmente a investigação do que está acontecendo. O livro não tem muitas descrições do cenário – foca na definição dos pensamentos e devo dizer que ficou perfeito, já que não senti falta do exterior. Há um terror velado que deixa o leitor um pouco desconfiado de tudo. Não sai da cabeça mesmo após o término da leitura.
Um dos melhores livros que já li no estilo policial. É uma pena que peca na revisão: algumas palavras estão grudadas (sem espaço). Irrita um pouco, mas não tira o ritmo e a qualidade da obra em si.

Poderia resumir o livro em uma palavra: Tóxico – o leitor se empolga e não quer largar a leitura nem um minuto. Inclusive devo admitir que foi muito difícil fazer a leitura pausadamente (gosto de ler no máximo 150 páginas/dia, para que eu possa absorver o livro, não somente folheá-lo), já que eu me empolguei mesmo e queria ler tudo o quanto antes.

Pontos Negativos: Realmente a revisão pecou um pouco, Além disso, o histórico escolar da Lucy não me convenceu.

Pontos Positivos: A narrativa é ágil e o suspense é real. É realmente difícil identificar o suspeito!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012


Antes de tudo, quero dizer que este ser fantástico foi um dos mais difíceis de encontrar qualquer tipo de fontes! Sério gente, ele sabe se esconder rsrs...
Doppelgänger é a fusão das palavras alemãs doppel (duplo, réplica ou duplicata) e gänger (andante, ambulante ou aquele que vaga).
Vem das lendas germânicas e trata-se de um ser fantástico que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma determinada pessoa – escolhida pelo ser em questão. Ele imita tudo sobre a pessoa copiada, inclusive suas características internas.
Em alguns mitos, diz-se que se a pessoa vir o seu próprio doppelgänger é sinal de morte, pois a pessoa está vendo a sua alma projetando-se para fora do corpo a fim de ir para o plano astral.
Já se o Doppelgänger é visto por amigos ou parentes, é um anúncio de má sorte ou de problemas emocionais. Também há quem diga que ele assume o negativo da pessoa para tentar exercer influência negativa, objetivando a pessoa a fazer coisas cruéis ou que ela não faria naturalmente.
 
Ah! Ele apareceu no Supernatural... Alguns casos interessantes e misteriosos podem ser encontrados neste blog: http://misteriosfantasticos.blogspot.com.br/2011/07/doppelganger.html (desculpem leitores, mas eu não poderia copiar e colar o que o blogueiro escreveu, neh. Então vamos visitar o link para os casos.) 

Livros que tem alguma referência ao Doppelgänger :
  
 
Há um estudo sobre a questão do duplo, onde há referência ao ser em questão: http://www.revistainvestigacoes.com.br/Volumes/Vol.22.N1/Investigacoes-Vol22-N1-artigo02-Adilson-dos-Santos.pdf


Este tema foi proposto por um leitor do blog. Se quiser indicar algum ser fantástico, fique a vontade para tanto.

domingo, 16 de dezembro de 2012

A promoção Natal dos Anjos foi demais! Foram 31 participações muito bacanas.
Como eu disse no post da promoção, não importava o que você escrevia - quem ia sortear seria o Random.org.
Então vamos lá?



Parabéns Carliane, a primeira que participou! Já enviei email e só falta ela responder. Como eu preciso enviar o quanto antes o kit, tem só 24 horas para responder. Caso contrário vou fazer outro sorteio.

E quem ganhou o segundo Kit, que contém o livro Hades:

Parabéns Pamela! Já foi email para ela também, e ela também tem 24 horas para responder. Caso contrário, haverá novo sorteio.

Agora, para nosso deleite, eu vou colocar algumas frases engraçadinhas que apareceram na promoção...

"Li muitos e livros, cuidei dos meus animais e trabalheis sem me atrasar um dia. Aguentei o pedreiro folgado. Então peço que os anjos levem em consideração o fato de aguentar o pedreiro." (Bruna)

"Me comportei bem e li muitos livros. Então mereço que os anjos me enviem os kits." (Cris)


"Lutei contra as forças malignas do Esqueleto =D" (Maurício)


"Este ano eu fui a melhor filha que minha mãe poderia ter." (Ana)

"Promovi 2 funcionários a Gerente!! rsrsrs" (Débora)

"Eu fui uma boa mulher, não trai meu marido (o Roarke não conta né?), não falei mal dos meus vizinhos (ok, só quando eles me pertubavam), dei carinho e amor aos meus filhos (umas palmadas quando eram mal criados, mas nada grave, eu juro!), não estourei nenhum cartão de crédito e nem gastei mais do que devia (mesmo porque a reforma está consumindo tudo). E por último, eu acredito em anjo e sempre agradeço por eles me protegerem e aos meus filhos." (Rose)


 Bem, foram muitas frases bacanas demais, mas não posso mostrar todas! Como eu não sei se o pessoal queria as frases divulgadas, achei melhor deixar apenas com o nome, sem sobrenome.

Espero que tenham gostado da promoção. Logo, outras virão.


Reúne, num único volume, as principais lendas relativas à mitologia dos povos que habitaram, nos tempos pré-cristãos, os atuais países escandinavos (Noruega, Suécia e Dinamarca), além da gélida Islândia. Este conjunto de mitos também teve especial desenvolvimento na Alemanha, que foi a grande divulgadora da cultura dos nórdicos. Com a expansão das navegações vikings, esta difusão alcançou os povos de língua inglesa e deixou sua marca na própria denominação dos dias da semana destes países.
Fonte de inspiração para as mais variadas áreas, a mitologia nórdica influenciou uma legião de artistas na criação de suas próprias obras, tal como o escritor inglês J. R. R. Tolkien e o argentino Jorge Luís Borges. Também o compositor alemão Richard Wagner utilizou as lendas vikings para compor a famosa tetralogia operística O Anel dos Nibelungos, que apresentamos sob a forma romanceada de uma pequena novela, na segunda parte deste volume. Nestas histórias, não faltam ação, romance e até a presença de uma insuspeita veia cômica, já que a maioria dos personagens transitam pelo grotesco, numa profusão de anões, gigantes e elfos. Eis aqui uma das principais "raízes" das modernas sagas de RPG.
Livro ganhado de presente ♥

Esqueça o Thor, Loki e Odin que a Marvel trouxe (falo dos filmes, já que não posso falar dos quadrinhos, pois nunca os li). A real mitologia nórdica tem histórias muito interessantes, diferentes das contadas nos filmes que temos visto ultimamente. É claro que eu sei que estes não tem compromisso com a “realidade mitológica” (se é que isto existe).
Bem, para quem não sabe, Tolkien era grande apreciador destas mitologia, e se inspirou nesta para a criação de O Senhor dos Anéis (sabe aquela história d’O Anel? Saiu daqui!).

Vamos ao que interessa! Esta mitologia surgiu com os povos pré-cristãos, situados onde atualmente ficam os países escandinavos (Noruega, Suécia e Dinamarca) e a Islândia. Apesar disso, foi muito divulgada pela Alemanha, com a expansão das navegações vikings.
O livro é dividido em duas partes: A primeira metade do livro traz histórias mitológicas, demonstrando toda a imaginação daquele povo. A segunda metade traz a versão romanceada da ópera de O Anel dos Nibelungos, escrita por Richard Wagner entre 1848 e 1874. E vou falar de forma isolada de cada parte.
É retórico dizer que muitas mitologias são parecidas – e não seria diferente com a nórdica, já que é impossível não lembrar a mitologia grega, tanto em relação aos deuses como as histórias.

Aqui temos Asgard, que é a morada dos deuses; e também temos Midgard, que é a terra média, onde vivem outros seres vivos – duendes, elfos e humanos. E muitos outros mundos – ao total são 9 e para que eu não me estenda demasiadamente, prefiro não citá-los.
Os principais deuses são Odin (deus supremo), Thor (deus da força), Freya (deusa da juventude e do amor) e Fricka (esposa de Odin e deusa do matrimônio e fidelidade). Loki (“deus” das trapaças) é, na verdade, considerado um semi-deus, já que é descendente dos gigantes – inimigos diretos dos deuses.
Poderíamos dizer, de forma grosseira, que os deuses nórdicos são parecidos com os gregos. Thor, Freya, Odin, Fricka. Todos eles não medem esforços para atingir seus objetivos. São tempestuosos, temperamentais e ardilosos. Se precisarem matar para alcançar um fim, não hesitarão (mesmo que seja apenas por um capricho). Mas não fiquem receosos, os deuses gregos são assim também.

Porém, há uma grande diferença: o destino dos deuses. Se nas outras mitologias não há um final para eles, na nórdica há sim! A Batalha de Ragnarok (O Crepúsculo dos Deuses) é a luta final onde há “deuses contra gigantes; duendes contra elfos; humanos contra humanos; todos contra todos”. Tenso? Pois é, tenso mesmo. Nesta batalha (que é narrada através das histórias, mesmo) os gigantes invadem Asgard e ali começa uma luta terrível, onde poucos deuses sobrevivem; entre eles: Vidar, filho de Odin; Magni, filho de Thor; Hoder e Balder, deuses muito queridos.
Antes de qualquer coisa, não é spoiler nenhum eu contar sobre a mitologia – afinal, não é um romance. É uma história cultural de um povo.

Como devem ter percebido, Odin, Thor e Loki (que são os três mais famosos entre a atualidade) não foram citados acima. Pois vou contar para vocês: a luta é terrível e nenhum deles sobrevive. Inclusive eu tenho que dizer que o destino de Loki, o perverso, até que a Batalha comece, é terrível. Por ter provocado a morte de um dos deuses mais queridos, é condenado a um suplício terrível: amarrado a três rochas imensas, tem como companheira uma cobra enfeitiçada que baba seu veneno no rosto do semi-deus, causando muita dor. Só sai de lá quando a Batalha de Ragnarok inicia.

Como eu já disse, na segunda parte do livro há a versão romanceada da ópera “O Anel dos Nibelungos”, que traz a história d’O Anel. Obra que inspirou J.R.R. Tolkien para escrever seus livros.
Conta-se que o anão Alberich espiava as ninfas que guardavam o rio Reno, quando ele percebeu que havia muito ouro no fundo das águas. As ninfas explicaram (quase que como sem querer) que se fizesse um anel com aquele ouro – desde que renunciasse totalmente ao amor, Alberich seria o ser o senhor do universo. E assim ele o fez. O problema é que este anel era a ganância pura, fazendo com que quem o usasse se tornasse um tirano, pensando apenas em poder. Para não me ampliar em demasia, vou resumir dizendo que o anel passou por muitas mãos (anões, deuses, gigantes), sempre trazendo desgraça para quem o possuísse.
Não posso falar de todas as histórias – iria me estender ainda mais!

Temos um probleminha (ou, pelo menos, eu tenho): os nomes são muito complexos – tanto em grafia quanto em fonética, o que dificulta um pouco a leitura. Além disso, muitos nomes são parecidíssimos, fazendo com que eu tivesse que voltar alguns capítulos a fim de saber se estava falando da mesma personagem, ou se tinha mudado.
A narrativa do livro é de vários contos dispostos de forma a contar uma história, realmente – não necessariamente sequencial.
Como ponto negativo, posso dizer que a obra apresentou alguns erros ortográficos – não prejudicaram a leitura, entretanto.
Como ponto positivo? Bem, para mim, a mitologia toda já é um ponto positivo (sim, sou suspeita demais!).
Sei que falei mais sobre a mitologia em si do que do livro, mas entenda que é praticamente impossível não se deter à mitologia.

Curiosidade:
A influência da mitologia nórdica por toda a Europa foi tanta, que até alguns dias da semana foram “homenageados”: Thursday – dia de Thor e Friday – dia de Freya.
Por Odin! 
Hoje trago uma novidade para quem gosta de e-books - livros em formatos digitais.
A editora Novo Conceito, parceira do blog, lançou seus livros digitais na loja Gato Sabido.

Para acessar a página da editora na loja, visite o link: http://www.gatosabido.com.br/sites_especiais/novo_conceito/






Só que eu posso falar uma coisa? EU acho caro pagar vinte reais em um e-book, sendo que tem promoções volta e meia que trazem os livros físicos por este valor - se eu acho caro 19,99, imagina 24,99... Enfim... 9,90 é um preço justo a meu ver, mais que isso acho que não compensa - para mim!

Bem, o que acharam da novidade? Bacana né?

sábado, 15 de dezembro de 2012

Oi, oi, gente! Como passaram a semana? :}
Estou aqui hoje no lugar da Came para mostrar a vocês algumas coisinhas interessantes que vi durante a semana! \o/ Não prometo que serão coisas interessantes para vocês, mas prometo que pego prática durante esse tempinho em que a Came deixou a coluna em minhas mãos!

Alguém curioso para ver o que eu trouxe?

Assine nosso Feed! Skoob! Siga-nos no Twitter! Facebook!