sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Olá pessoal!

Hoje venho trazer uma lista de blogs (não só literários) que me conquistaram neste ano de 2012... Alguns são velhos conhecidos - que continuam me conquistando, outros são recém chegados... A maioria está no meu Google Reader - ferramenta muito útil para observar os blogs...

Detalhe: Os blogs estão em ordem alfabética, não de importância. Sem mais demora, vamos lá:

Blogs Literários
Artesã Literária
Biblioteca Empoeirada
Black Dagger Lovers
Caçadora de Livros
La Vie est Ailleurs
Da Imaginação a Escrita
Diamante Literário
Eu leio, eu conto
Etecetera-e-tals
Fábrica dos Convites
Fotos e Livros
In Death
Inteiramente Diva
Jardim das Borboletas
Lady Graciosa
Leitora Viciada
Livros & Fuxicos
Manuscrito de Cabeceira
Meu Livro Rosa Pink
Minha Vida Literária
Mix Literário
Nanie's World
Pausa para um Café
Peixinho Prateado
Pensamento Tangencial
Prólogo da Leitura
Romances in Pink
Sempre Romântica
Sobre Amores e Livros
Tatiana Mareto
Uma conversa sobre Livros
Viagem Literária

Blogs de Moda/Estilo/Beleza
Anita Bem Criada
Balaio
Blog da Dona Bela
Blog das Gurias
Chata de Galocha
Cheia de Charme
Garotas Estúpidas
Gustavo Sarti
Pausa para Feminices

Outros Blogs
G1 - Zeca Camargo
Livros e Bichos
Mulher de 30
No mundo Editorial
The Busy Woman and the Stripy Cat
Vida Organizada


E aí, o que acharam das minhas referências e indicações? Beijos a todos e ótimo final de ano!
Mais uma vez trago os Leitores Famosos, e desta vez a participante é a Lu Tazinazzo, do blog Aceita Um Leite?. Antes de começar a postagem, efetivamente, preciso dizer que admiro muito o trabalho da Lu, adoro seu blog, acho ela um amor e fiquei muito feliz quando ela aceitou meu convite para participar da coluna.
Bem, vamos conhecer melhor esta querida blogueira?

"Olá, pessoinhas. Sou Luciana Tazinazzo, ou Lu Tazinazzo, ou apenas Lu.

Estou aqui a convite da Came, e me sinto bastante honrada e - cof cof - metida com isso, hehehehe. Acredito que essa iniciativa não é apenas divertida, mas útil porque, se vocês conhecem melhor os leitores/blogueiros, podem entender melhor como pensam e decidir se a opinião desse leitor/blogueiro realmente é interessante para suas vidas.

Bem, desde que a plataforma blog surgiu na internet, eu já me aventurei por ela sob diversos assuntos, mas nenhum foi para frente, por falta de dedicação e conteúdo. Quando decidi fazer meu blog funcionar, resolvi fazer tudo direitinho: nome, layout, conteúdo. Escolhi falar sobre livros porque ler é o que eu mais gosto de fazer (além de comer e dormir), e queria compartilhar minhas considerações.

Meu blog, o aceita um Leite?, surgiu há dois anos e vem se desenvolvendo. Acho que cheguei num formato mais fechado, que me agrada mais e não o vejo mudando muito mais radicalmente do que isso, mas evoluir é sempre bom. Faço meus próprios layouts e procuro montar meu próprio conteúdo, para reduzir ao máximo a utilização de referências de conteúdo alheio. Uma das coisas que eu mais gosto no blog são as entrevistas, principalmente as que fiz com Colleen Houck, Francesca Petrizzo e John Connolly, me senti muito celebridade quando "conversei" com os autores internacionais. Aliás, muita gente me pergunta sobre o nome do blog, e não há exatamente um porquê: eu quis um nome diferente, engraçado, instigante, e como ainda gera curiosidade, acho que foi uma escolha certeira.

Comecei a ler aos 12 anos, efetivamente. Antes disso, preferia ler os paradidáticos da escola e assistir Sakura Card Captors, Tintim, Johnny Bravo, As Meninas Superpoderosas e Chaves e Chapolin. Mas o incentivo a ler Sherlock Holmes por parte de uma amiga e Sidney Sheldon por causa da minha mãe me transformaram numa devoradora de livros. Lembro que, até meus 15 anos, eu não tinha muito dinheiro (eu dava aula particular de acompanhamento escolar e ganhava uma merreca), por isso, só tinha livros de sebo ou emprestados, o que me fez não ler Harry Potter. Tudo bem, tudo bem, me julgue. Mas eu também não gosto da Agatha Christie, nunca tive video game e não vi Star Wars, e nem pretendo. Da minha adolescência, os melhores livros que li foram Se Houver o Amanhã, de Sidney Sheldon e Um Estudo em Vermelho, de Conan Doyle.

Meu humor literário segue fases. Tem hora que sou louca por romances épicos fantásticos, mania que começou com As Brumas de Avalon e me levou a Bernard Cornwell. Adoro Stephen King a qualquer momento, assim como romances da Segunda Guerra Mundial - meu livro preferido é A Menina que Roubava Livros, juntamente com 1984, de George Orwell - e autores mais alternativos, como Chuck Pallahniuk (Clube da Luta e Sobrevivente). Não tenho um gênero literário que amo acima dos outros, mas os livros que mais gosto são os de literatura fantástica e distopias, e apesar de amar AMQRL, meu autor favorito é Neil Gaiman. Ele me viciou no mundo dos quadrinhos (além das HQs de super heróis que eu nunca gostei) e me fez resgatar um amor antigo: Tintim.

Gosto de me envolver em projetos diferentes, por isso meu TCC foi uma revista de incentivo à leitura, e faço parte do clube do livro Pinguins de Prateleira, que se encontra no primeiro domingo do mês na Avenida Paulista (estão convidados!). Ainda tenho a ambição de publicar alguma coisa, pois tenho várias ideias, só me falta um pouco de tempo para colocá-las no papel.

Não gosto muito de romances açucarados como os livros do Nicholas Sparks e semelhantes, prefiro alguns que tenham uma carga de drama maior, por isso chorei um açude lendo A Culpa É das Estrelas. Da literatura nacional, meu autor favorito é, acima de todos, Machado de Assis, seguido por Luís Fernando Veríssimo. Este último me viciou nas crônicas, o que me incentivou a participar de um concurso literário da Aped Editora e publicar uma crônica na antologia Almoço em Família. Minha crônica se chama O Pote de Ervilhas e fala sobre minha bisavó, hoje com 98 anos <3.

Bem, acho que é mais ou menos isso. Eu gosto muito de cinema e de Beatles, ainda sonho em me casar com o Paul McCartney e cantar Livin' on the Edge para o Steven Tyler. Gosto de rock clássico (a maioria das músicas que escuto são bem antigas), mas aceito ouvir qualquer tipo de música, desde que seja boa. Sou fã de Tim Burton e sua dupla dinâmica Johnny Depp e Helena B. Carter, meus filmes favoritos são Clube da Luta, As Brumas de Avalon e Piratas do Caribe e sou totalmente viciada na obra de Charlie Chaplin. Tenho uma fila de leitura de mais de 60 livros, uma coleção de corujas e nenhum espaço sobrando na minha estante. Gosto de comer tudo que engorda e só reclamo que não consigo emagrecer. Ironicamente, sou designer gráfico e web designer e, mesmo assim, não tomo café. Ah, e falei muito mal de Jogos Vorazes, mas comecei a ler, terminei em 3 dias a trilogia e viciei. Esta sou eu."


Mais uma vez obrigada, Lu, por aceitar participar do blog. 

Quer aparecer? Mande uma foto sua com um livro, juntamente com uma descrição sobre você/seu blog e suas preferências literárias para contato@resenhasdeumaleitora.com.brVai ser um prazer postar!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Mais uma vez trago a coluna em fotos, já que a internet continua terrível.
Bem, vamos lá?

Chegaram dois kits em parceria com a Editora Novo Conceito:

Laços Inseparáveis - Emily Giffin
Livro + chaveiro (lindo)

 A Luz Através da Janela - Lucinda Riley
Livro + bloco de anotações 

E eu comprei um livro de uma autora nacional que eu sou louca - sério, ela arrasa. Ela é a minha preferida em autora de história, sem dúvida!

Condessa de Barral - A paixão do Imperador - Mary Del Priore

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012



Segundo o Grande Livro dos Seres Fantásticos, os Gênios são seres maravilhosos com poderes mágicos.  Se parecem com seres humanos, embora possam assumir a forma de um animal. Podem ser bons ou maus. Detalhe: Se são bons, são bonitos. Se maus, são feios.
Originais da cultura muçulmana, chamados de jinn, os geniozinhos são formados de fogo ou ar e são muito travessos. Alguns ficam presos em garrafas ou lâmpadas de azeite (por isso a lâmpada mágica não se parece com uma lâmpada, mas com um bulezinho), e se alguém os liberta abrindo a tampa da garrafa ou esfregando a lâmpada, se torna amo do gênio.

Gênio é a tradução usual em português para o termo árabe jinn. No árabe, a palavra "jinn" significa, literalmente, alguma coisa que tem uma conotação de dissimulação, invisibilidade, isolamento e distanciamento.
Dentro da mitologia Romana, o gênio era um ancestral que zelava por um descendente. Ao passar o tempo, se transformaram em espíritos guardiões pessoais, outorgando intelecto e talento. Sacrifícios eram feitos para o gênio no aniversário de cada pessoa. É concebido como um ente espiritual ou imaterial, muito próximo do ser humano, e que sobre ele exerce uma forte, cotidiana e decisiva influência.

Dentro da mitologia Árabe, a crença nos Djinn (ou jinn) era corrente na antiga Arábia, onde se dizia que inspiravam poetas e adivinhos. Algumas pessoas dizem que Djin, portanto, significa as qualidades ou capacidades ocultas do homem.7
Entre da cultura ocidental, a imagem dos Djinns foi atenuada, diluída – melhor exemplo  é Jeannie é um Gênio. No seriado Supernatural, os irmãos também enfrentaram jinns em dois episódios (2x20 e 6x01)

Livros que façam referência aos Gênios - a maioria das obras é voltada para o público infantil. Não consegui encontrar nada para o público adulto.
      

domingo, 9 de dezembro de 2012

Sete anos de escuridão, fome, desespero e solidão...
Jacques Dubrinsky, irmão do príncipe dos Cárpatos, foi capturado, cruelmente torturado e enterrado vivo. Durante sete anos, preso naquele buraco, alimentando-se do sangue de ratos, somente uma coisa o mantinha vivo: o desejo de vingança. Havia um traidor.
E ele descobriria quem era.
O tempo já não significava mais nada. Ninguém sabia da sua existência. Até que ele sentiu a presença de uma mulher misteriosa e sensual em sua mente. Depois de tanto anos, um contato...
Quem era ela? Seria ela a traidora?

Usem luvas para o calor! Este livro é quente demais!

E olha que as cenas de sexo não são tão explícitas, como tantas outras obras! É que as cenas são sensuais e quentes, mesmo!

Vamos à história:
Jacques foi traído, torturado e enterrado vivo. 7 anos – este foi o tempo em que ele permaneceu dentro de um caixão, se alimentando de pequenos animais que conseguia atrais por um pequeno buraco na madeira. Foram 7 anos de dor e agonia. E é aí que Shea aparece.
Shea é uma cirurgiã renomada que perdeu a mãe para a loucura quando tinha 18 anos. Quando é procurada por alguns homens – que afirmam sobre a existência de vampiros, nota que eles a querem e acaba fugindo, considerando-os dementes. Afinal, vampiros não existem. Certo? Não é bem por aí...
Quando ela foge, se sente impelida a ir a determinado local, como se algo a estivesse chamando. Descobre a tumba de Jacques e o consegue tirar do local. Bem, é a partir que a trama desenvolve, mesmo.

Posso dizer que o livro é quente! Jacques e Shea tem muita química, sério. Mesmo quando não há uma cena de sexo, a sensualidade do casal fica evidente. Quando os dois encostam, sai faísca – muito mais quente que o primeiro livro da série!
Ah, Shea é especial e demora a perceber e entender o que realmente é. Não posso escrever mais nada, se não perde a graça.
Vou fazer uma reclamação: Não só em relação aos Cárpatos, mas aos sobrenaturais em geral. Os homens podem ser muito sexys, quentes, lindos e tudo mais. Mas são (pelo que tenho lido) uns machistas, possessivos, mandões, controladores. Sério, eu não teria paciência para um cara assim – por mais sexy que fosse! Claro que este é o caso de Jacques...

Muitas pessoas não gostaram do “Príncipe Sombrio” – eu gostei. Mas digo que mesmo estas que não foram muito com a cara do Príncipe, vão sentir um desejo (olha o trocadilho) pelo Jacques. Ou seja, este é melhor que o anterior.
O amor entre os dois é muito rápido, com uma ligação inexplicável. Aliás, me deixe divagar um pouco... O que acontece que, ultimamente, em quase todos os livros que leio há um amor imediato? E não estou falando de adolescentes como foi o caso de Almas Seladas. Acabou o momento de divagação.
Tenho que dizer que desta vez o livro ficou muito bem revisado, melhor que o primeiro. Não encontrei erros, fazendo com que tudo fluísse de forma agradável. A obra traz, ainda, algum suspense, gerando dúvidas a todo instante, deixando muitas hipóteses e pouca certeza do leitor.
Desejo Sombrio continua como no primeiro livro da série: muita descrição de locais e pensamentos e menos cenas de diálogo. Às vezes cansa tanta descrição. Cenas sensuais são ótimas – exatamente pela descrição. Contradição que faz sentido, acredite.

Pontos Positivos: Revisão melhorou; ótimas cenas sensuais.

Pontos Negativos: Excesso de descrição de locais; machismo do protagonista.

Eu recomendo esta série. Vocês já sabem disso, faz tempo!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Demorei, mas vim aqui falar sobre o sistema de pontuação deste mês. Continua no mesmo esquema do mês passado (para quem não lembra ou não sabe, vale consultar este link: http://resenhasdeumaleitora.com.br/2012/11/sistema-de-pontuacao.html), só que este mês não vale livro algum!

Mas, porém, todavia, entretanto... o prêmio será muito legal também!
Os aparadores não estão valendo na promoção.

Valendo Um baldinho de pipoca, marcadores e um botton do blog! Não é bacana? É, eu sei que é!

Então já sabem, é só participar do blog ativamente que você pode levar este kit bacana!

Gente, estou com uma internet T.E.R.R.Í.V.E.L! Então, desta vez vou ter que fazer em fotos - na realidade somente uma foto, já que chegou apenas 2 obras esta semana!

A primeira obra é "O Casamento" do Nicholas Sparks, que é continuação do livro "Diário de uma Paixão" - e é para promoção... Aliás, vocês querem que eu leia este livro? Se quiserem é só colocar aqui nos comentários, ok?! Acredito que será para promoção de Janeiro, ou algo assim...

Sinopse: Advogado de sucesso, Wilson Lewis sempre se esforçou para que a família vivesse confortavelmente, mas talvez tenha dedicado tempo demais ao trabalho e de menos às pessoas mais importantes de sua vida. Depois de 30 anos casado e com a filha mais velha prestes a fazer os próprios votos matrimoniais, ele é forçado a encarar uma verdade dolorosa: já não há paixão em seu casamento - e a culpa é dele. Wilson e sua esposa Jane se afastam cada dia mais e ele questiona se a mulher ainda o ama. Uma coisa é certa: seu amor por Jane só aumentou ao longo dos anos e ele está disposto a fazer o possível para reconquistá-la. Inspirado pela maravilhosa história de amor dos sogros, Noah e Allie (de Diário de uma Paixão), ele promete a si mesmo que encontrará uma forma de levar o romantismo de volta à sua vida conjugal e fazer a espos apaixonar-se por ele novamente


A segunda obra é "Uma Guerra Sem Fim". Gente, eu estava louca por este livro desde o início do ano (quando a descobri em uma livraria de Curitiba), mas como o preço estava um pouco salgado, resolvi não comprar. Esperei por uma promoção - que não veio com grandes descontos. Aliás, como é difícil encontrar promoções para livros de História!

Sinopse: Uma abordagem nova do conflito sangrento entre Atenas e Esparta, ocorrido há 2.400 anos e que resultou no colapso de Atenas. Victor Davis Hanson nos oferece um relato cronológico completo que explicita os antecedentes políticos da época, o pensamento estratégico dos combatentes, a desgraça de uma batalha em cenários multifacetados e uma importante compreensão de como esses eventos ecoam no presente. - "Uma análise elegante e lúcida." Publishers Weekly - "Ideal para interessados em História e para o público em geral." Booklist

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Segundo o Grande Livro dos Seres Fantásticos, “Zumbis são pessoas que já morreram, mas, reanimadas pela bruxaria, saem de suas tumbas ao anoitecer e voltam à vida como mortos vivos.”
O Grande livro ainda nos ensina como os bruxos fazem o feitiço: “um perverso bruxo ou feiticeiro escolhe a vítima que lhe agrada, vai à casa dela e, praticando artes mágicas, rouba-lhe a alma. Nesse momento, a pessoa enfeitiçada adoece e, pouco depois, morre. Depois do enterro, o bruxo se dirige à tumba do defunto e, recitando fórmulas mágicas, lhe devolve a alma. Ao mesmo tempo, derrama sobre o corpo do morto várias poções prodigiosas para que ele volte à vida e, assim, sua vontade será dominada pelo bruxo. Agora já é zumbi!”
Perdem a memória e a personalidade, existência incompleta. O rosto fica sem expressão, com olhos mortos e olhar desfocado. Em estado catatônico, criam insegurança, medo e comem os vivos que capturam.
Segundo algumas crendices, se experimentar o sal, toma consciência e volta para a tumba e nunca mais sai de lá.

A palavra "zumbi" é cheia de mistério e sua origem pode estar nos termos nzambi ou nzumbi, que, em alguns idiomas do oeste africano, significam "divindade" ou "espírito ancestral". Logo, as histórias de zumbis têm origem nas crenças espirituais do Vodu afro-caribenhos. E segundo esta cultura, o astral Zumbi é mantido dentro de uma garrafa que o sacerdote pode vender para dar sorte. Se o morto-vivo experimentar o sal, toma consciência, volta para a tumba e nunca mais sai de lá.
A figura do zumbi ganhou destaque principalmente graças ao filme de 1968 "Night of the Living Dead" de George A. Romero.
Night of the Living Dead
Por serem mortos-vivos, possuem a pele apodrecida e com roupas esfarrapadas, com um cheiro horrível. Normalmente, perdem partes do corpo, como os dentes ou os dedos. Nestas situações, os zumbis são lentos, cambaleantes e irracionais.
Para destruir um zumbi é fácil: danifique-lhe o cérebro - atirando-lhe na cabeça ou lhe quebrando o pescoço. Simples, não?

Sobre o Apocalipse Zumbi:
Cenário hipotético da literatura apocalíptica. Baseado na ficção científica e no terror, é cultuado e aguardado por muitas pessoas. Refere-se a uma infestação de zumbis, onde rapidamente transformaria esta espécie na predominante sobre o planeta. Os zumbis atacariam os homens humanos, de maneiras impossíveis de serem controladas por qualquer tipo de força.
Em algumas teorias, as vítimas do ataque zumbi também se transformariam nestas criaturas se sofressem uma mordida ou arranhão. Em outras, as características zumbis seriam transmissíveis através do ar, que conteria um vírus. E ainda há uma terceira teoria: todo o ser humano que morre torna-se um morto-vivo.
Em todos estes casos, os zumbis caçam seres humanos para alimentarem-se. Sua mordida causa a infecção, fazendo com que o mordido torne-se um zumbi posteriormente. Isto rapidamente voltaria para uma infestação incontrolável, com o pânico causado pela "Praga Zumbi"  - causando a crise do conceito de civilização como hoje conhecemos. A existência de vida humana na Terra seria reduzida a poucos grupos de sobreviventes - nômades ou isolados - buscando por alimentos e lugares seguros num mundo pré-industrial, pós-apocalíptico e devastado.

 Livros com a temática Zumbi - como são vários livros, tive que escolher somente alguns:

       
 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Eu sei, eu sei! Andei sumida - mas é que deu uns probleminhas com a faculdade e precisei de dedicação exclusiva. Porém aqui estou novamente!
E trazendo o resultado da promoção Mês da Mitologia, que aconteceu em novembro.
O primeiro prêmio é o livro "Contos Inacabados" de Tolkien:
Por se tratar de um concurso cultural e leva quem foi mais original. Então quem vai ler Tolkien? Vamos à resposta!
Antes de mais nada: Foi difícil para caramba escolher a frase mais criativa/original. Vocês estão ficando cada vez melhores em Concursos Culturais ~orgulho~.
Foram 11 participações maravilhosas. O objetivo era descrever seu amor pela mitologia. A resposta vencedora foi esta:
"Meu amor pela fantasia é tão grande que ao acordar sempre me encaro como um cavaleiro que, ao polir a sua armadura e verificar o fio de sua espada, prepara-se para o dia que o aguarda. Cada desafio que ousa me afrontar é como um dragão que expele uma fumaça negra de suas narinas, anunciando que está prestes a cuspir o seu fogo tão temido. Contudo, não me abato, visto que os bravos se fortalecem no embate árduo. Em minhas caminhadas, encontro Vampiros, sedentos pela exuberância de vida que alguns portam, Orcs, criaturas incultas que bradam como se vociferar fosse lhes conceder a supremacia da razão, Gárgulas, que tal como a pedra se mantêm alheios a tudo e todos, Goblins, trapaceiros que entre sorrisos e palavras doces sempre tramam a tua queda, e muitas outras criaturas. Enfim, não há como dizer que não vivo em uma fantasia! Eu amo fantasia, uma vez que eu próprio sou parte dela. Nosso mundo é permeado de magia, basta apenas abrirmos os olhos."

Quem ganhou? Foi o Ednelson (viram como ele é bom com as palavras?). Parabéns Ed! Este mês eu envio o seu prêmio :D


E agora vamos saber sobre o Sistema de Pontuação (para quem não lembra/não está sabendo, olha o link: http://resenhasdeumaleitora.com.br/2012/11/sistema-de-pontuacao.html)
Quem ganhou comentou em 5 resenhas, 5 vídeos e 10 posts aleatórios. (Devo avisar que teve um Top 3 acirrado!). Sem demoras vamos saber quem ganhou "O Livro de Ouro da Mitologia"?


Foi a Danielle CGA!
Parabéns Dani, este mês eu mando seu prêmio.

No ano de 1992, no dia 29 de fevereiro, duas crianças predestinadas nascem: Layla e Victor.
Layla passa por todo tipo de sofrimento, pessoas queridas morrem em acidentes bizarros, e a cada morte, uma nova cicatriz aparece em seu corpo. Victor ao contrário, tem uma vida perfeita, um garoto que nasceu incapaz de sofrer.
Victor e Layla se encontram e se apaixonam, um amor sem limites. O romance tinha um destino certo, à felicidade, mas eles não sabiam que eram peças de um complexo jogo entre o bem e o mal chamado: Algoritmos Sagrados
Livro cedido pelo autor.

Mais um livro muito bom!
Vamos começar pela capa – aquela ampulheta, dando a impressão de tempo, ficou muito bonita. Porém não denuncia do que se trata o livro – já que ele é fofo e romântico. Parece que não combinou muito, mas pode ser que faça sentido com as demais capas da série. Eu sei, estou divagando...
Em cada início de novo capítulo, Marcelo Pontes faz citações de outros autores – Shakespeare, por exemplo. Achei muito legal isso, já que toda a citação faz referência ao evento que virá. Ficou ousado.
A história começa com indícios de sabermos mais sobre a cultura maia e seu calendário. Acabou que foi somente uma leve pincelada, mas ficou interessante.

Quanto às personagens principais:
Layla: Gótica, é arisca, mal-humorada e bonita – apesar de se achar feia. Nasceu em 29/02/92. Atrai a morte e o sofrimento.
“Não passava em sua cabeça que alguém como Victor poderia ter bons pensamentos a seu respeito. Layla sempre teve momentos de dor, frustração e condenação, por isso, sempre ficou na defensiva, acreditando que as pessoas à sua volta estavam sempre a julgando mal.” p.135
Victor – Lindo, descolado, sortudo, rico. Procura por mudanças, por mulheres que valham a pena – atitude madura para alguém que tem apenas 16 anos. Nasceu em 29/02/92 – data significativa para o calendário Maia, já que se trata de ano bissexto.
Podemos dizer que estas duas personagens são 2 lados da mesma moeda – cara e coroa. Então podemos sugerir, também, que os dois juntos conseguem a harmonia, certo? É, certo!

Toda a história romântica se passa aqui no Brasil – muito legal! O encontro acontece em Campos do Jordão, em uma excursão da escola de Layla. De imediato ele quer aproximação enquanto ela recua. Aliás, ela não quer contato de ninguém – ok, ela tem seus motivos. Mas fiquei de birra com ela por muitas vezes!
Não posso deixar de citar a amiga da Layla, Carol, que é show. Divertida, cobre as costas da gótica – inclusive as cenas mais engraçadas são com ela. Gargalhei muitas vezes.
Tema diferenciado com narrativa ágil, traz o típico amor adolescente – rápido, intenso, sem pensar. Vivendo o momento, inconsequente. Não à toa, as personagens se apaixonam e declaram amor muito rapidamente. São adolescentes, afinal!
Como é uma série, tem algumas pontas soltas, mas não muitas. O final é surpreendente, deixando o leitor naquela expectativa enorme.

Pontos Positivos: Foram muitos pontos positivos! A trama diferenciada; o amor adolescente; as tiradas engraçadas (e ótimas) de Carol.
Pontos Negativos: A má revisão foi, realmente, o ponto fraco. Tanto pontuação quanto ortografia deveriam ter sido mais bem observadas e revisadas. Penso que a capa poderia ser mais romântica, também.

É um livro que vale muito a pena a leitura. Leve, dinâmico. Muito bom!

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